O artigo compara a qualidade das competições de futebol europeias, exemplificada pela Champions League, com as da América do Sul, como a Libertadores. O autor destaca a superioridade da Champions, descrevendo-a como uma "tarde de reis", enquanto a Libertadores é caracterizada como uma "noite de plebeus", devido ao menor nível técnico e ao sofrimento dos torcedores brasileiros.
Um estudo do CIES revela que o Brasileirão possui um percentual de bola rolando inferior às principais ligas europeias. No entanto, o campeonato brasileiro lidera em comparação com outras ligas sul-americanas. A CBF tem buscado aumentar esse tempo, com algumas partidas já apresentando números satisfatórios.
A edição de 2026 da Libertadores está marcada pela presença de diversas 'zebras', clubes com pouca tradição que se classificaram por conquistas inéditas. Paralelamente, o número de clubes brasileiros na fase de grupos é o menor da última década, com seis equipes representando o país.
O colunista Juca Kfouri celebra a conquista inédita de Lucas Pinheiro nas Olimpíadas de Inverno, destacando sua origem brasileira e o feito histórico de ser o primeiro sul-americano a ganhar ouro no esqui alpino. A matéria também o insere no grupo de atletas "Lucas" famosos no esporte nacional.
Gennaro Gattuso, técnico da Itália, criticou o formato das Eliminatórias Europeias para a Copa do Mundo de 2026, considerando-o desigual e prejudicial para as seleções favoritas. Ele comparou o modelo europeu com o sul-americano, que considera mais equitativo.
A Conmebol está considerando a possibilidade de realizar as finais da Copa Libertadores fora da América do Sul nos próximos anos. A intenção é globalizar o torneio, seguindo modelos de competições europeias. A final de 2025 será em Lima, Peru, e contará com a participação de Palmeiras e Flamengo.