O artigo analisa a partida entre Flamengo e Clube do Remo pelo Campeonato Brasileiro de 2026, destacando que foi o primeiro jogo com mais de uma hora de futebol "real" (61 minutos e 29 segundos). A matéria compara esse tempo com a recomendação da FIFA e apresenta dados de outras partidas da rodada, mostrando a média baixa de bola rolando.
A média de tempo com bola rolando no Campeonato Brasileiro aumentou nesta rodada, atingindo 52 minutos e 49 segundos. Os jogos apitados pelos irmãos Sampaio foram os que mais registraram tempo de bola em jogo. Apenas um duelo teve menos de 50 minutos de futebol efetivo.
Um estudo realizado pelo jornal argentino La Nación revelou que o Brasileirão é a segunda liga com menos tempo de bola rolando entre as principais competições do mundo. Cerca de 46,7% do tempo médio das partidas brasileiras foi perdido com paralisações, principalmente devido a faltas.
A CBF está analisando a implantação de novas regras aprovadas pela International Board para coibir as 'ceras' no futebol brasileiro. As medidas, que incluem limites de tempo para cobranças de lateral, escanteio e substituições, visam aumentar o tempo de bola rolando nas partidas. A implementação dependerá de treinamento para árbitros e consenso com os clubes.
A análise aponta uma discrepância preocupante no tempo de bola rolando nas partidas do Campeonato Brasileiro, com alguns jogos apresentando quase 12 minutos a menos de jogo efetivo. Essa redução é atribuída ao estilo de arbitragem brasileira, que prioriza o 'controle do jogo' através de marcações excessivas de faltas, sacrificando a fluidez e o espetáculo.
A Federação Paulista de Futebol (FPF) detalhou as orientações para a arbitragem do Campeonato Paulista de 2026. As diretrizes incluem decisões mais rápidas em campo sem depender do VAR, aumento do tempo de bola rolando e tolerância zero com a violência.