Um artigo analisa o tempo de bola rolando nos jogos da rodada do Campeonato Brasileiro, destacando o clássico entre Flamengo e Vasco como a partida com maior duração de futebol em campo. O levantamento, baseado em dados da Opta Sports, também apresenta os tempos de outros jogos e os árbitros responsáveis.
Um estudo do CIES revela que o Brasileirão possui um percentual de bola rolando inferior às principais ligas europeias. No entanto, o campeonato brasileiro lidera em comparação com outras ligas sul-americanas. A CBF tem buscado aumentar esse tempo, com algumas partidas já apresentando números satisfatórios.
O artigo analisa a partida entre Flamengo e Bahia como um modelo de bom futebol, destacando a alta quantidade de bola rolando, o respeito à arbitragem e a qualidade técnica das equipes. A performance dos times, com diferentes estratégias táticas, é exaltada como um exemplo a ser seguido no cenário nacional.
O artigo analisa o tempo de bola em jogo nas partidas da rodada do Campeonato Brasileiro, destacando o clássico Fla-Flu como o que teve maior duração com a bola em movimento. A análise compara esse tempo com outras partidas e aponta o árbitro Raphael Claus como o responsável por apitar o jogo com mais tempo de bola rolando.
A matéria compara clássicos disputados no Rio de Janeiro (Flamengo x Fluminense) e em São Paulo (Corinthians x Palmeiras), destacando a superioridade em termos de bola rolando e futebol do confronto carioca. O clássico paulista foi marcado por mais faltas, cartões e uma confusão generalizada nos vestiários, enquanto no Rio de Janeiro houve reclamações da torcida do Fluminense devido a adiamento da partida.
A análise do tempo de bola rolando nas partidas do Campeonato Brasileiro de 2026 revela uma queda preocupante, com quatro jogos apresentando menos de 49 minutos de futebol efetivo. Embora algumas partidas tenham tido boas marcas, a média geral diminuiu em relação à rodada anterior, evidenciando um problema recorrente na gestão do tempo de jogo.
O técnico do Corinthians, Dorival Júnior, expressou satisfação com o desempenho da equipe em coletiva pós-jogo contra o Flamengo, destacando a segurança e a construção do gol. Ele também criticou a baixa minutagem de bola rolando nas partidas do Campeonato Brasileiro, endossando reclamações sobre a arbitragem. Dorival abordou ainda lesões de jogadores e a expectativa para a retomada da temporada após a data-Fifa.
A reportagem analisa o tempo de bola rolando na Série A do Campeonato Brasileiro de 2026, destacando que mais da metade dos jogos da rodada superaram os 53 minutos. O levantamento, baseado em dados da Opta Sports, aponta para uma média de tempo de jogo superior à de outras rodadas.
O artigo analisa a partida entre Flamengo e Clube do Remo pelo Campeonato Brasileiro de 2026, destacando que foi o primeiro jogo com mais de uma hora de futebol "real" (61 minutos e 29 segundos). A matéria compara esse tempo com a recomendação da FIFA e apresenta dados de outras partidas da rodada, mostrando a média baixa de bola rolando.
A média de tempo com bola rolando no Campeonato Brasileiro aumentou nesta rodada, atingindo 52 minutos e 49 segundos. Os jogos apitados pelos irmãos Sampaio foram os que mais registraram tempo de bola em jogo. Apenas um duelo teve menos de 50 minutos de futebol efetivo.
Um estudo realizado pelo jornal argentino La Nación revelou que o Brasileirão é a segunda liga com menos tempo de bola rolando entre as principais competições do mundo. Cerca de 46,7% do tempo médio das partidas brasileiras foi perdido com paralisações, principalmente devido a faltas.
A CBF está analisando a implantação de novas regras aprovadas pela International Board para coibir as 'ceras' no futebol brasileiro. As medidas, que incluem limites de tempo para cobranças de lateral, escanteio e substituições, visam aumentar o tempo de bola rolando nas partidas. A implementação dependerá de treinamento para árbitros e consenso com os clubes.
A análise aponta uma discrepância preocupante no tempo de bola rolando nas partidas do Campeonato Brasileiro, com alguns jogos apresentando quase 12 minutos a menos de jogo efetivo. Essa redução é atribuída ao estilo de arbitragem brasileira, que prioriza o 'controle do jogo' através de marcações excessivas de faltas, sacrificando a fluidez e o espetáculo.
A Federação Paulista de Futebol (FPF) detalhou as orientações para a arbitragem do Campeonato Paulista de 2026. As diretrizes incluem decisões mais rápidas em campo sem depender do VAR, aumento do tempo de bola rolando e tolerância zero com a violência.