A análise aponta uma discrepância preocupante no tempo de bola rolando nas partidas do Campeonato Brasileiro, com alguns jogos apresentando quase 12 minutos a menos de jogo efetivo. Essa redução é atribuída ao estilo de arbitragem brasileira, que prioriza o 'controle do jogo' através de marcações excessivas de faltas, sacrificando a fluidez e o espetáculo.