O Corinthians avalia internamente a possibilidade de vender o Parque São Jorge, avaliado em R$ 602 milhões, para quitar parte da dívida de cerca de R$ 630 milhões da Neo Química Arena com a Caixa, após sugestão informal do presidente Lula. A reportagem aponta que a operação enfrenta obstáculos jurídicos, como o acordo de transação tributária com a Fazenda Nacional que mantém o imóvel como garantia, além de exigências estatutárias de aprovação pelo Conselho Deliberativo e pelos sócios.
O Corinthians não pagou a parcela de setembro nem três prestações atrasadas do acordo de transação tributária com a PGFN, que reduziu a dívida com a União de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões. Com quatro meses de inadimplência, o montante em aberto soma R$ 27,3 milhões, e a rescisão do acordo restabeleceria o valor original da dívida. O clube, com endividamento de R$ 2,8 bilhões, também atrasa pagamentos do dia a dia, incluindo direitos de imagem e salários de jogadores.
O Corinthians foi notificado pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) por inadimplência de três parcelas da transação tributária que reduziu uma dívida de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões. Os valores atrasados somam R$ 20,494 milhões e, sem regularização, o acordo pode ser rescindido, com restabelecimento do montante original da dívida e proibição de novas renegociações por dois anos. O clube, com endividamento de R$ 2,8 bilhões, enfrenta dificuldades financeiras, incluindo atrasos em salários e direitos de imagem dos jogadores.