O artigo analisa o caminho atípico de Kimi Antonelli até a Fórmula 1: com apoio da Mercedes, o italiano pulou a Fórmula 3 e foi da Fórmula Regional direto para a F2. O texto explica como funciona a escada de categorias da FIA e o sistema de pontos da Superlicença, usando Max Verstappen como precedente histórico. Ao final, questiona se a preparação individualizada por equipes, com testes e simuladores, pode substituir a progressão tradicional pelas categorias de base.
Max Verstappen, da Red Bull, e Liam Lawson, da Racing Bulls, foram punidos pelos comissários do GP do México de Fórmula 1 após contato entre os dois carros no Treino Livre 2. Cada piloto perdeu uma posição no grid de largada e recebeu um ponto de penalidade na superlicença. Os comissários apontaram que as manobras foram desnecessárias e que as equipes já haviam sido alertadas sobre situações semelhantes.
A Haas anunciou a contratação do brasileiro Rafael Câmara, de 21 anos, para a temporada 2027 da Fórmula 1, com vínculo multianual até pelo menos 2028. Com a chegada do pernambucano, o Brasil voltará a ter dois pilotos no grid da categoria após 11 temporadas, ao lado de Gabriel Bortoleto, da Audi. O artigo inclui entrevista exclusiva com o piloto e um resumo de sua carreira desde o kart até a liderança na Fórmula 2.
Juan Pablo Montoya, ex-piloto de Fórmula 1, criticou as declarações de Max Verstappen sobre o novo regulamento da categoria. Montoya sugeriu que Verstappen deveria ser penalizado com pontos na superlicença e até mesmo suspenso por uma corrida por suas reclamações. O colombiano defende que os pilotos devem respeitar o esporte, mesmo discordando das regras.
A renovação da superlicença para pilotos da Fórmula 1 em 2026 pode custar até R$ 6,4 milhões, com o valor sendo determinado por uma taxa base e um adicional por ponto conquistado na temporada anterior. As equipes geralmente cobrem esses custos.