A Ponte Preta enfrenta uma grave crise financeira com salários atrasados para jogadores e funcionários desde 2025, impactando diretamente a vida das famílias. A situação gerou processos trabalhistas, saída de atletas e repercussões negativas no desempenho do time em campo.
A ex-diretora do futebol feminino do São Paulo, Mara Casares, solicitou à Justiça a investigação de vazamentos em um inquérito que apura um esquema de venda de camarotes clandestinos no clube. A Justiça negou o pedido, alegando que não houve divulgação de informações sobre os investigados ou os bens apreendidos. O caso envolve uma ligação telefônica de Mara Casares com uma intermediária discutindo o aluguel de camarotes.