A colunista critica duramente Flamengo e Fluminense por estamparem a frase 'Proibir não é proteger' em suas camisas, em campanha pela volta dos patrocínios de casas de apostas. O texto acusa os dirigentes de agirem em conflito de interesse com suas torcidas, priorizando o orçamento dos clubes em vez da proteção dos torcedores contra os vícios da apostas.
O Flamengo entrou em campo contra o Santos, na Vila Belmiro, vestindo camisas com a frase 'Proibir não é proteger' em protesto contra a Medida Provisória que proíbe apostas de quota fixa no Brasil. O manifesto foi elaborado pela ANJL e pelo IBJR, entidades que defendem o mercado regulado de apostas e alertam para o risco de crescimento do mercado clandestino. A MP 1.394/2026, editada pelo presidente Lula, impacta diretamente o futebol brasileiro, já que 14 dos 20 clubes da Série A tinham casas de apostas como patrocinadoras master.
O Fluminense confirmou que deixará de exibir a marca da Superbet no uniforme em razão do encerramento das operações das casas de apostas no Brasil, adotando temporariamente a logomarca da SuperScore. Para o clássico contra o Flamengo, os dois clubes alinharam uma ação conjunta com suas patrocinadoras, exibindo o manifesto 'Proibir não é proteger' em defesa do mercado regulado de apostas. O presidente do Fluminense explicou que o objetivo é levantar discussão pública sobre controle e regulamentação.
Placas de publicidade em nove jogos da 29ª rodada do Brasileirão exibirão frases contra a Medida Provisória 1.394/2026, que proíbe apostas de quota fixa no Brasil. A ação integra o manifesto 'Proibir não é proteger', organizado pela ANJL e pelo IBJR. Os clubes adotam posturas distintas diante da medida, mantendo contratos em suspenso ou buscando patrocinadores alternativos.
O Flamengo estuda entrar em campo contra o Santos com a frase 'Proibir não é proteger' estampada na camisa, em protesto contra a Medida Provisória que proíbe apostas de quota fixa no Brasil. A mensagem faz parte de um manifesto elaborado pela ANJL e pelo IBJR, com apoio de empresas do setor de apostas. A MP tem impacto direto no futebol brasileiro, já que 14 dos 20 clubes da Série A tinham casas de apostas como patrocinadoras master.