Clubes do Brasileirão preparam nova rodada de manifestações a favor das casas de apostas (bets) em resposta à Medida Provisória que veta sua atuação no mercado brasileiro. Ações incluem mensagens em camisas, como o slogan 'proibir não é proteger', exibido pelo Flamengo e São Paulo, e placas de publicidade coordenadas pelo IBJR e ANJL. A questão ainda aguarda decisão do STF e tramitação no Congresso.
O Flamengo realizou um protesto contra a Medida Provisória das bets durante jogo contra o Santos, na Vila Belmiro, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube estampou a frase 'Proibir não é proteger' no espaço central da camisa, no lugar do patrocinador Betano, que foi proibida de operar no Brasil pela MP. O gesto reflete a posição contrária do presidente Luiz Eduardo Baptista à regulamentação proposta.
O Flamengo entrou em campo contra o Santos, na Vila Belmiro, vestindo camisas com a frase 'Proibir não é proteger' em protesto contra a Medida Provisória que proíbe apostas de quota fixa no Brasil. O manifesto foi elaborado pela ANJL e pelo IBJR, entidades que defendem o mercado regulado de apostas e alertam para o risco de crescimento do mercado clandestino. A MP 1.394/2026, editada pelo presidente Lula, impacta diretamente o futebol brasileiro, já que 14 dos 20 clubes da Série A tinham casas de apostas como patrocinadoras master.
A ANJL e o IBJR organizarão um manifesto contra a Medida Provisória 1.394/2026, que proíbe as casas de apostas no Brasil, durante a 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. A campanha 'Proibir não é proteger' será exibida em espaços publicitários nas placas dos estádios em nove dos dez jogos disputados entre quarta (7) e quinta (8). Desde a assinatura da MP pelo presidente Lula, clubes como Flamengo, Fluminense e Corinthians já se manifestaram sobre os impactos financeiros da proibição.
O Flamengo estuda entrar em campo contra o Santos com a frase 'Proibir não é proteger' estampada na camisa, em protesto contra a Medida Provisória que proíbe apostas de quota fixa no Brasil. A mensagem faz parte de um manifesto elaborado pela ANJL e pelo IBJR, com apoio de empresas do setor de apostas. A MP tem impacto direto no futebol brasileiro, já que 14 dos 20 clubes da Série A tinham casas de apostas como patrocinadoras master.