O artigo compara as premiações das edições masculina e feminina da Libertadores 2026, mostrando que o campeão masculino receberá 25 milhões de dólares, cerca de 16,5 vezes mais que o Cruzeiro feminino, que levou 2 milhões pelo título. Detalha os valores por fase da competição nas duas edições e cita os ganhos acumulados de Palmeiras e Estudiantes, finalistas do torneio masculino, além de Corinthians e Santa Fe na competição feminina.
A colunista contrasta o dia em que o futebol masculino e o feminino brasileiro viveram realidades opostas: de manhã, a Seleção masculina atuou de forma sonolenta e indolente no amistoso contra a Índia; à tarde, o São Paulo conquistou o Brasileirão Feminino sobre o Corinthians diante de quase 50 mil torcedores no Morumbis. Alicia Klein defende que o futebol feminino, com vontade, talento e entrega, finalmente recebe parte do reconhecimento que merece, em oposição aos jovens milionários desmotivados da Seleção.
A matéria narra a trajetória de Nívia de Lima, uma pioneira no futebol masculino brasileiro. Saindo de Pernambuco para realizar o sonho de ser jogadora, ela se tornou a primeira mulher a integrar a comissão técnica de uma equipe masculina em um jogo da Série A do Brasileirão, e hoje acumula conquistas como treinadora de categorias de base e principal.