A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, defende a reforma tributária que aumenta impostos para clubes associativos, apesar do prejuízo estimado de R$ 50 milhões em dois anos para o clube. Ela argumenta que a mudança estimula a transformação de clubes em SAFs, que terão alíquota menor. A posição de Leila gera questionamentos sobre o real interesse do Palmeiras.
O Botafogo, através de sua SAF, repudiou veementemente a ação judicial movida pelo clube associativo, que solicita o ressarcimento de R$ 155 milhões e a presença de um investidor. A SAF classificou as alegações como "inverídicas" e "sem amparo jurídico", defendendo sua gestão qualificada e as conquistas recentes do clube, como o título da Copa Libertadores e do Campeonato Brasileiro de 2024.