O presidente do Vitória, Fábio Mota, criticou a cultura de atraso no pagamento de salários no futebol brasileiro e afirmou que o clube baiano nunca atrasou pagamentos desde que assumiu a presidência. O dirigente destacou que a regularidade financeira fortalece a relação com os profissionais e permite cobrar comprometimento e desempenho dos atletas. No Campeonato Brasileiro, o Vitória ocupa a 14ª colocação, com quatro pontos de vantagem sobre o Grêmio, primeiro clube na zona de rebaixamento.
O artigo analisa os desafios de Clarence Seedorf ao assumir o Corinthians em um momento de crise, após a derrota por 4 a 1 para o Palmeiras. Além dos resultados ruins, o técnico encontrará desgaste entre jogadores e diretoria, atrasos salariais denunciados publicamente por Gabriel Paulista e queda de rendimento de peças importantes como Memphis Depay, Rodrigo Garro e Matheus Bidu.
O zagueiro Gabriel Paulista chorou e criticou duramente a diretoria do Corinthians após a derrota por 4 a 1 para o Palmeiras, no Brasileirão. Ele afirmou que os atrasos de salário afetam os jogadores, ofereceu ajuda financeira a colegas e declarou que veio ao clube por um sonho, mas está vivendo um pesadelo. O Corinthians amarga oito derrotas consecutivas e está uma posição acima da zona de rebaixamento.
O zagueiro Gabriel Paulista do Corinthians fez um forte desabafo emocionado após a goleada sofrida contra o Palmeiras no Dérbi. O jogador chorou, criticou a diretoria alvinegra pelos atrasos salariais e cobrou mais proteção aos jogadores e funcionários do clube, afirmando que vive 'um pesadelo' após abrir mão de muito para realizar o sonho de jogar no Corinthians.
A Ponte Preta foi condenada pela Justiça a pagar dívida de R$ 53.280,14 com uma padaria de Campinas, que acionou o clube por falta de pagamento desde maio de 2025. A decisão ocorre no contexto da grave crise financeira do clube, com dívida total estimada em R$ 320 milhões, atrasos salariais recorrentes e mais de 200 ações trabalhistas desde 2022. No campo, o time ainda amarga dois rebaixamentos na temporada, no Paulistão e na Série B.
O presidente executivo do Goiás, Aroldo Guidão Filho, renunciou ao cargo em meio a uma grave crise financeira e atrasos salariais no clube. Munir Calixto Júnior, ex-vice-presidente jurídico, assume a presidência executiva. Os jogadores protestaram contra os salários atrasados e o time ocupa a 12ª colocação da Série B, com chances remotas de acesso.
Aroldo Guidão Filho renunciou ao cargo de presidente executivo do Goiás nesta terça-feira (6), em meio à grave crise financeira do clube. O Esmeraldino acumula atrasos salariais que levaram jogadores a protestar na véspera do clássico contra o Atlético-GO. Uma nova eleição presidencial está prevista para a primeira quinzena de dezembro.
O presidente Osmar Stabile enfrenta desconfiança no elenco e entre funcionários do Corinthians devido aos atrasos de pagamentos e à grave crise financeira do clube, que acumula déficit de R$ 278,7 milhões. A insatisfação circula nos bastidores do CT Joaquim Grava, e o executivo Marcelo Paz e o técnico Fernando Diniz tentam administrar o clima. Stabile nega um rompimento com o grupo e afirma que vê um ambiente positivo e jogadores motivados para a volta do Brasileirão.
O São Paulo aprovou um acordo com a Ticketmaster para antecipar R$ 140 milhões em receitas e aliviar o caixa no curto prazo. No UOL News Esporte, Danilo Lavieri e Eduardo Tironi criticam a medida, avaliando que ela apenas empurra os problemas financeiros para o futuro. Os colunistas apontam atrasos salariais e de direitos de imagem como sintomas de desorganização que não se resolve com injeção pontual de dinheiro.
O colunista Danilo Lavieri afirmou que o São Paulo atrasa salários de jogadores porque houve desvio de dinheiro no clube, e não por causa da legislação que restringiu as bets. Ele comentou a votação sobre a nova tiqueteira, que pode render R$ 140 milhões de adiantamento para aliviar o caixa e pagar direitos de imagem do elenco, alertando que o desespero financeiro leva o clube a assinar contratos sem avaliação adequada. Lavieri concluiu que clubes mais organizados sofrem menos com mudanças bruscas no ambiente financeiro do futebol.
O goleiro Rafael, do São Paulo, admitiu que os atrasos salariais incomodam os jogadores, mas negou que o clube esteja passando por uma crise. Ele ressaltou o esforço da diretoria para normalizar a situação e o foco do elenco no futebol, apesar das dificuldades financeiras e do contexto político do clube.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu uma investigação para apurar denúncias de assédio moral e atrasos salariais na Ponte Preta. O clube não se pronunciou sobre o caso, que envolve relatos de atletas e funcionários sem receber pagamentos há meses. A situação extracampo tem sido associada ao mau desempenho do time na Série B.
O desabafo do goleiro Diogo Silva sobre os atrasos salariais e a crise extracampo da Ponte Preta expõe os problemas reais do clube. A matéria destaca que a situação financeira precária prejudica o desempenho em campo, sendo a principal causa das derrotas e da desilusão do torcedor. A análise aponta para a necessidade de mudanças estruturais na diretoria para reverter o cenário caótico.
O lateral-direito Júlio, de 18 anos, move um processo contra a Ponte Preta alegando 11 meses de salários atrasados e outros débitos. Na ação, a defesa do atleta cita que ele precisou cortar o cabelo de colegas para obter renda. A Ponte Preta informou que está ciente e buscando um acordo.
Thiago Galhardo entrou com um pedido de rescisão indireta contra o Santa Cruz na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), alegando atraso de salário. O jogador cobra mais de R$ 3 milhões em salários, férias, 13º e honorários, referente ao seu contrato que vai até o fim de 2026.