Reinaldo, lateral-esquerdo do Mirassol e cobrador oficial da equipe, perdeu o terceiro pênalti consecutivo, desta vez contra a Chapecoense, ao acertar a trave. Minutos depois, ele teve nova oportunidade e marcou, encerrando a série negativa. O artigo detalha o aproveitamento do jogador na temporada e ao longo da carreira.
Rebeca Andrade conquistou o tricampeonato mundial no salto no Mundial de Ginástica Artística de Roterdã e ajudou o Brasil a terminar em quinto lugar por equipes, garantindo vaga no Mundial de 2027, em Chengdu. A ginasta traça planos para 2027, com a retomada das barras assimétricas e da trave, e reafirma a decisão de não competir mais no solo. O planejamento, montado com o técnico Francisco Porath, tem como objetivo final os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
A ginasta Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na final da trave do Mundial de Ginástica Artística, em Roterdã, com 14,300 pontos. Ela ficou atrás apenas da argelina Kaylia Nemour (ouro) e da chinesa Zhang Qingying (prata), que empataram com 14,566 pontos, com a decisão no critério de desempate. Esta é a terceira medalha de Flávia em Mundiais e iguala o melhor resultado do Brasil na trave, alcançado por Rebeca Andrade em 2023.
A ginasta brasileira Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na final da trave no Mundial de Ginástica, realizado em Roterdã, na Holanda. Com uma prova consistente e poucas falhas, obteve a nota total de 14.300, ficando atrás apenas de Kaylia Nemour (ouro) e Qingying Zhang (prata). O bronze encerra a participação do Brasil no Mundial, que também contou com o ouro de Rebeca Andrade no salto.
A ginasta brasileira Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na trave no Campeonato Mundial de Ginástica Artística, disputado em Roterdã, nos Países Baixos. Foi a primeira medalha mundial da atleta neste aparelho, somando a terceira medalha em mundiais da carreira. A argelina Kaylia Nemour ficou com o ouro e a chinesa Qingying Zhang com a prata.
Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na final da trave do Mundial de Ginástica Artística, em Roterdã, na Holanda, com 14,300 pontos. Trata-se da primeira medalha mundial da ginasta na trave, após dez anos de tentativas, e a terceira dela em Campeonatos Mundiais. Com o ouro de Rebeca Andrade no salto, o Brasil encerrou a competição com duas medalhas.
Flávia Saraiva disputa a final da trave no Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã, na Holanda, buscando mais um pódio para o Brasil após o ouro de Rebeca Andrade no salto. O texto também celebra o terceiro título mundial de Rebeca Andrade no salto e detalha a quinta colocação da equipe brasileira na disputa por equipes.
A ginasta Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na trave no Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã, alcançando o melhor resultado da carreira no aparelho. Foi apenas a segunda medalha brasileira na trave em Mundiais, depois do bronze de Rebeca Andrade em 2023. A matéria também detalha os caminhos de classificação da atleta e do Brasil para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
A ginasta brasileira Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na final da trave no Mundial de Ginástica Artística, realizado em Roterdã, na Holanda, com nota total de 14,300. Ela ficou atrás da argelina Kaylia Nemour, que levou o ouro no desempate pela nota de execução, e da chinesa Zhang Qingying. Esta foi a primeira medalha de Flávia em Mundiais na trave, seu principal aparelho.
Acompanhamento em tempo real da final do salto no Mundial de Ginástica Artística 2026, com foco na brasileira Rebeca Andrade, que busca o ouro após dois anos afastada das competições. A ginasta classificou-se com a melhor nota entre todas as participantes. O texto narra os saltos das concorrentes e a atuação da equipe brasileira na classificatória.
Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira sofreram quedas na trave e terminaram em 12º e 21º lugares, respectivamente, na final do individual geral do Mundial de Ginástica Artística de Roterdã. A norte-americana Skye Blakely conquistou o ouro, recolocando os Estados Unidos no topo do pódio. O Brasil ainda tem duas chances de medalha, com Rebeca Andrade no salto e Flávia Saraiva na decisão da trave.
Flávia Saraiva voltou a disputar os quatro aparelhos no Mundial de ginástica artística de Roterdã, aos 27 anos, e assumiu o posto de líder da equipe brasileira em pontos. A ginasta relatou o desconforto muscular na coxa esquerda e os desafios de competir em seu quarto ciclo olímpico, além de ter se classificado pela sexta vez para a final do individual geral.
O Brasil terminou fora do pódio na final do individual geral do Mundial de Ginástica Artística, com Flávia Saraiva na 12ª colocação e Lorrane Oliveira em 21º. O ouro ficou com a americana Skye Blakely. As brasileiras ainda têm chances de medalha nas finais de trave (Flávia) e salto (Rebeca Andrade).
Rebeca Andrade comenta os desafios de controlar os nervos em seu retorno ao Mundial de Ginástica Artística de Roterdã, onde liderou a classificatória do salto com 14,533 de média. Favorita ao tricampeonato mundial no aparelho, a brasileira destaca a saúde mental e o cuidado com o corpo a caminho de Los Angeles 2028. A matéria também menciona as finais de Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira.
O Brasil garantiu cinco finais no Campeonato Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã, na Holanda. A equipe feminina classificou-se em sétimo lugar para a decisão por equipes, enquanto Rebeca Andrade avançou à final do salto e Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira às finais do individual geral e da trave.
Rebeca Andrade e Flávia Saraiva lideram o salto e a trave, respectivamente, na classificatória do Mundial de Ginástica Artística de Roterdã, encaminhando o Brasil às finais por equipes. A equipe brasileira somou 159,131 pontos e ocupa a sétima posição, superando Grã-Bretanha, Alemanha e Holanda na última nota. A final de quarta-feira distribuirá vagas olímpicas antecipadas para as equipes medalhistas.
Rebeca Andrade e Flávia Saraiva brilharam nas classificatórias e garantiram o Brasil em cinco finais do Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã. A equipe brasileira somou 159,131 pontos e assegurou a oitava e última vaga para a final por equipes, marcada para quarta-feira. Rebeca destacou-se no salto com a maior nota da competição, enquanto Flávia avançou à final da trave e do individual geral.
O artigo relata a atuação da seleção brasileira feminina nas eliminatórias do Campeonato Mundial de Ginástica Artística, após a eliminação do time masculino. Flávia Saraiva liderou na trave e Rebeca Andrade no salto, com o Brasil provisoriamente em sétima colocação por equipes e garantido na final. O texto traz ainda as notas individuais das ginastas brasileiras.
Rebeca Andrade retorna ao Mundial de Ginástica Artística em Roterdã como favorita no salto, após um ano sabático desde as Olimpíadas de Paris. O artigo analisa as chances de medalha da equipe feminina brasileira e a disputa por vagas antecipadas para as Olimpíadas de Los Angeles 2028. O foco principal da equipe brasileira, porém, é a classificação olímpica no Mundial de Chengdu 2027.
Rebeca Andrade retorna ao Mundial de Ginástica Artística de Roterdã como especialista nos aparelhos de salto e trave, em um retorno gradual planejado após os Jogos de Paris 2024. O artigo explica que o solo foi descartado dos planos por decisão emocional e estratégica, visando prolongar a carreira até Los Angeles 2028. O texto detalha o planejamento de retorno aparelho por aparelho e cita membros da comissão técnica da ginasta.