A ginasta brasileira Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na trave no Campeonato Mundial de Ginástica Artística, disputado em Roterdã, nos Países Baixos. Foi a primeira medalha mundial da atleta neste aparelho, somando a terceira medalha em mundiais da carreira. A argelina Kaylia Nemour ficou com o ouro e a chinesa Qingying Zhang com a prata.
Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na final da trave do Mundial de Ginástica Artística, em Roterdã, na Holanda, com 14,300 pontos. Trata-se da primeira medalha mundial da ginasta na trave, após dez anos de tentativas, e a terceira dela em Campeonatos Mundiais. Com o ouro de Rebeca Andrade no salto, o Brasil encerrou a competição com duas medalhas.
Rebeca Andrade conquistou a medalha de ouro no salto no Mundial de Ginástica, realizado em Roterdã, tornando-se tricampeã mundial da prova. A brasileira superou as norte-americanas Claire Pease e Skye Blakely, que completaram o pódio. Com o resultado, a ginasta alcança dez medalhas em Mundiais, sendo três de ouro no salto.
Rebeca Andrade conquistou a medalha de ouro no salto no Mundial de Ginástica em Roterdã, com média de 14,466 pontos, tornando-se a segunda tricampeã mundial consecutiva do aparelho, igualando Cheng Fei. A brasileira adotou uma estratégia mais conservadora após pausa para recuperação pós-Jogos Olímpicos de Paris, priorizando a qualidade de execução. Flávia Saraiva ainda disputará a final da trave pelo Brasil.
Em seu blog, o nadador Bruno Fratus comenta a queda de Arthur Nory na barra fixa durante o Mundial de Ginástica Artística em Roterdã, que deixou o ginasta com quatro pontos na testa. Mesmo impedido de continuar competindo, Nory passou a apoiar a equipe brasileira com presença, experiência e incentivo. Fratus reflete que o esporte ensina lições além do placar, como escolher como responder quando os planos dão errado.
Flávia Saraiva voltou a disputar os quatro aparelhos no Mundial de ginástica artística de Roterdã, aos 27 anos, e assumiu o posto de líder da equipe brasileira em pontos. A ginasta relatou o desconforto muscular na coxa esquerda e os desafios de competir em seu quarto ciclo olímpico, além de ter se classificado pela sexta vez para a final do individual geral.
A equipe feminina de ginástica artística do Brasil, liderada por Rebeca Andrade e Flávia Saraiva, disputa a final por equipes do Mundial de Roterdã como azarão, após classificar-se em oitavo lugar. A reportagem analisa as margens de crescimento em cada aparelho, com potencial de até 4,5 pontos, para brigar pelo pódio e conquistar vaga antecipada nas Olimpíadas de Los Angeles 2028. O texto detalha o desempenho individual das ginastas e o planejamento da comissão técnica.
A seleção brasileira de ginástica artística feminina terminou em quinto lugar na final por equipes do Mundial de Roterdã e não garantiu vaga olímpica por equipes para Los Angeles 2028. Com o retorno de Rebeca Andrade, que se apresentou apenas no salto e na trave, o Brasil melhorou a nota em relação às eliminatórias, mas ficou fora do pódio ocupado por China, Estados Unidos e Japão. A próxima chance de classificação por equipes será no Mundial de 2027.
O Brasil garantiu cinco finais no Campeonato Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã, na Holanda. A equipe feminina classificou-se em sétimo lugar para a decisão por equipes, enquanto Rebeca Andrade avançou à final do salto e Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira às finais do individual geral e da trave.
Rebeca Andrade e Flávia Saraiva brilharam nas classificatórias e garantiram o Brasil em cinco finais do Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã. A equipe brasileira somou 159,131 pontos e assegurou a oitava e última vaga para a final por equipes, marcada para quarta-feira. Rebeca destacou-se no salto com a maior nota da competição, enquanto Flávia avançou à final da trave e do individual geral.
Os Estados Unidos lideraram o primeiro dia das classificatórias femininas do Mundial de Ginástica Artística em Roterdã, sem Simone Biles e outras medalhistas olímpicas. Skye Blakely ficou em primeiro no individual geral, com Itália e Japão em segundo e terceiro lugar por equipes. As disputas continuam na segunda-feira, quando o Brasil, com Rebeca Andrade, entra em ação buscando vaga olímpica para Los Angeles 2028.
Por Júlia Guimarães, Lorena Dillon e Ronaldo Gonçalo em 2026-10-17
Arthur Nory sofreu uma queda na barra fixa durante as classificatórias masculinas do Campeonato Mundial de Ginástica Artística em Roterdã e precisou levar quatro pontos em um corte entre as sobrancelhas. Por protocolo médico, o ginasta não pôde retornar à competição, mas permaneceu na área apoiando os companheiros da equipe brasileira. O Brasil ocupa a quarta colocação nas classificatórias, com Diogo Soares em quinto e Vitaliy Guimarães em sétimo no individual geral.
O Feyenoord venceu o Como por 3 a 2 e conquistou sua primeira vitória na Liga dos Campeões 2026/27, em jogo válido pela segunda rodada disputado no Estádio De Kuip, em Rotterdam. Os holandeses saíram atrás no placar, mas fizeram a virada no segundo tempo com dois gols de Anis Hadj Moussa. Com o resultado, o Feyenoord subiu para a 22ª posição e o Como ocupa a 13ª, ambos com três pontos.
A ginasta Rebeca Andrade foi convocada pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) para o Mundial de Ginástica Artística de Roterdã, entre 17 e 25 de outubro, após ficar fora da edição anterior para recuperar corpo e mente. O evento é o primeiro classificatório para as Olimpíadas de Los Angeles 2028 e contará também com os medalhistas olímpicos Arthur Nory, Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira. Rebeca busca o tricampeonato no salto, aparelho em que lidera o ranking da temporada.
A ginasta brasileira Rebeca Andrade foi convocada para o Mundial de ginástica artística, que acontece em outubro em Roterdã, nos Países Baixos, após 22 meses afastada para cuidar da saúde mental e física. A competição servirá como classificatória para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Rebeca, maior medalhista olímpica da história do Brasil, já havia retornado às competições no Pan-Americano do Rio, onde conquistou ouro no salto.
O tenista russo Daniil Medvedev, após ser eliminado na estreia do ATP 500 de Roterdã, criticou veementemente a qualidade das bolas utilizadas no torneio, descrevendo-as como "não redondas" e "fofas". Sua insatisfação se manifestou em comportamentos como chutar placas, jogar a raquete e morder a bola, além de reclamar do impacto no desempenho e no aumento de lesões em atletas.