A seleção feminina brasileira de ginástica artística terminou em quinto lugar na final por equipes do Mundial disputado em Roterdã, nos Países Baixos. Mesmo com o retorno de Rebeca Andrade e uma evolução em relação à classificatória, a equipe ficou fora do pódio e não garantiu vaga direta para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. As brasileiras terão de buscar a classificação olímpica no Mundial de 2027, em Chengdu, na China, e ainda têm representantes nas finais individuais da atual competição.
A seleção brasileira de ginástica artística feminina terminou em quinto lugar na final por equipes do Mundial de Roterdã e não garantiu vaga olímpica por equipes para Los Angeles 2028. Com o retorno de Rebeca Andrade, que se apresentou apenas no salto e na trave, o Brasil melhorou a nota em relação às eliminatórias, mas ficou fora do pódio ocupado por China, Estados Unidos e Japão. A próxima chance de classificação por equipes será no Mundial de 2027.
Os Estados Unidos lideraram o primeiro dia das classificatórias femininas do Mundial de Ginástica Artística em Roterdã, sem Simone Biles e outras medalhistas olímpicas. Skye Blakely ficou em primeiro no individual geral, com Itália e Japão em segundo e terceiro lugar por equipes. As disputas continuam na segunda-feira, quando o Brasil, com Rebeca Andrade, entra em ação buscando vaga olímpica para Los Angeles 2028.
Arthur Zanetti, bicampeão olímpico nas argolas, avalia que a seleção masculina brasileira de ginástica artística não chega ao Mundial da Holanda em condições de conquistar vaga por equipes para Los Angeles 2028. Segundo ele, a preparação alterna intensidade e cautela com atletas experientes como Caio Souza e Arthur Nory, e o pódio deve ficar com China, Japão e Rússia. Aposentado desde janeiro de 2025, Zanetti atuará como árbitro no Mundial e planeja seguir carreira na gestão esportiva.
A Surf Brasil anunciou uma nova regra para definir o ocupante de uma eventual vaga extra do Brasil no surfe dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Diferentemente do ciclo anterior, a escolha será baseada no ranking combinado da Liga Mundial de Surfe (WSL) em 2028, e não na colocação no Mundial da ISA. Juntamente com o anúncio, foi confirmada a equipe brasileira de seis atletas para o Mundial da ISA de 2026, no Peru.