Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira sofreram quedas na trave e terminaram em 12º e 21º lugares, respectivamente, na final do individual geral do Mundial de Ginástica Artística de Roterdã. A norte-americana Skye Blakely conquistou o ouro, recolocando os Estados Unidos no topo do pódio. O Brasil ainda tem duas chances de medalha, com Rebeca Andrade no salto e Flávia Saraiva na decisão da trave.
Flávia Saraiva voltou a disputar os quatro aparelhos no Mundial de ginástica artística de Roterdã, aos 27 anos, e assumiu o posto de líder da equipe brasileira em pontos. A ginasta relatou o desconforto muscular na coxa esquerda e os desafios de competir em seu quarto ciclo olímpico, além de ter se classificado pela sexta vez para a final do individual geral.
O Brasil terminou fora do pódio na final do individual geral do Mundial de Ginástica Artística, com Flávia Saraiva na 12ª colocação e Lorrane Oliveira em 21º. O ouro ficou com a americana Skye Blakely. As brasileiras ainda têm chances de medalha nas finais de trave (Flávia) e salto (Rebeca Andrade).
O artigo detalha o processo de classificação da ginástica rítmica para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, incluindo calendário de Mundiais, Copas do Mundo e campeonatos continentais que distribuirão as 94 vagas. Já estão classificados Alemanha, Bulgária e Itália no individual geral, e Espanha, Japão e Brasil no conjunto geral, além dos Estados Unidos como país-sede. O Brasil estreou na modalidade em Los Angeles 1984 e luta por vagas no individual geral.
O Brasil garantiu cinco finais no Campeonato Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã, na Holanda. A equipe feminina classificou-se em sétimo lugar para a decisão por equipes, enquanto Rebeca Andrade avançou à final do salto e Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira às finais do individual geral e da trave.