O artigo discute a persistência do machismo no futebol, citando casos de agressão e desrespeito a jornalistas mulheres. O autor questiona o silêncio do esporte diante da violência contra a mulher e compara o comportamento de torcedores e jogadores com figuras públicas como Donald Trump, defendendo um posicionamento mais firme contra o machismo.
O artigo analisa a possibilidade de Neymar atuar como "falso 9" no Santos, posição que agradaria ao técnico Carlo Ancelotti e que poderia ser uma solução para o time. A mudança de posicionamento visa aproveitar melhor o talento do jogador, com menos compromissos defensivos e maior proximidade do gol, além de suprir a baixa performance dos centroavantes atuais do elenco.