Em texto de opinião, Milly Lacombe critica a errata divulgada pela Globo News sobre a apuração de Maria Cristina Fernandes, que apontava uma articulação de setores evangélicos para retirar de Nossa Senhora Aparecida o status de padroeira do Brasil. A autora defende que a reportagem era verdadeira e acusa a emissora de desqualificar sua própria jornalista para proteger a campanha de Flávio Bolsonaro, ligado ao pastor J.B. Carvalho. O artigo ainda questiona o conceito de imparcialidade jornalística e comenta a plataforma 'apartidária' divulgada por Luciano Huck.
Coluna opinativa que relaciona dois momentos eleitorais distintos através da figura de Nossa Senhora Aparecida. A autora remete aos ataques de apoiadores de Bolsonaro em 2022 na Basília de Aparecida e conecta esse passado às recentes declarações de Flávio Bolsonaro durante a Marcha para Jesus em 2026. A tese central é que provocações religiosas seguem prejudicando electoralmente o campo bolsonarista.
O artigo explica a origem da segunda camisa azul da Seleção Brasileira, ligada à final da Copa do Mundo de 1958 contra a Suécia. Como ambos os times usavam amarelo, o Brasil comprou camisas azuis de última hora, e o chefe da delegação Paulo Machado de Carvalho associou a cor ao manto de Nossa Senhora Aparecida. A vitória por 5 a 2 e o primeiro título mundial transformaram a solução improvisada em tradição.