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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Pela segunda vez, Nossa Senhora pode ajudar a decidir a eleição Milly Lacombe Colunista do UOL 28/09/2026 09h33 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Postagem de Antonio Tabet sobre a polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida Imagem: Reprodução/X/@antoniotabet No dia 12 de outubro de 2022, o então presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro, foi à Basílica de Aparecida, em São Paulo, para acompanhar a missa que seria celebrada em homenagem à padroeira do Brasil. O que seria uma visita protocolar acabou se transformando em baderna, agressões e tumulto generalizado quando os apoiadores de Bolsonaro resolveram partir para cima de fiéis que por acaso estivessem usando roupas vermelhas, de profissionais da TV Aparecida, da afiliada da Globo, do SBT e do UOL. O episódio foi um divisor de águas nas campanhas de Lula e de Bolsonaro. O desgaste causado à imagem de Jair Bolsonaro foi imediato, assim como a decisão de Lula de não participar de grandes festividades religiosas na mesma data justamente para evitar atritos dessa natureza e em respeito a um dia tão importante para milhões de católicos no Brasil. Agora, o filho de Jair se mete em outra polêmica envolvendo Nossa Senhora. Há algumas semanas, durante a marcha para Jesus, em São Paulo, Flávio discursou e disse que, se eleito, transformaria o Brasil na nação de Jesus Cristo. A declaração acendeu um alerta e episódios passados - como um projeto de lei de um ex-membro do governo de Jair Bolsonaro que pretendia tirar Nossa Senhora como padroeira do Brasil, assim como a imagem de um pastor chutando Nossa Senhora em culto televisionado na década de 90 - foram trazidos à tona. Josias de Souza Kassio vê intromissão de Dino no TSE, mas fez pior Mauro Cezar Proibição das bets no Brasil tem efeitos colaterais PVC Jorge Jesus se declara ao Fla. Mas quem quis sair? Pedro Rossi Por uma economia que leva a vida em conta A declaração de guerra a Nossa Senhora é atitude extremamente estúpida, mas parece que existem pessoas do campo bolsonarista que não se importam em seguir com a estupidez - incluindo o candidato Flavio e sua indireta durante a marcha para Jesus. Não se mexe assim com uma santa padroeira impunemente; com uma santa negra que é respeitada até por ateus em território nacional. Tudo associado, a ideia de fake news acaba não fazendo sentido e a campanha de Flavio Bolsonaro entendeu o risco que corre. Em 2022, o abalo foi imediato. Em 2026, ele parece ter o mesmo efeito. Outra vez, é Nossa Senhora contra o totalitarismo. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Proibição das bets tem efeitos colaterais e surgem vários de sites ilegais RealTime Big Data Grande ABC: Lula lidera no 1º turno e Flávio empata no 2º Flávio chama CNBB pra briga, e gestão do caso da Padroeira vira um desastre Pela 1º vez, Holanda registra eutanásia de criança que nasceu prematura Nunes Marques vê intromissão de Dino no TSE, mas já fez pior