Crônica de Juca Kfouri que remonta à história da final da Copa do Mundo de 1958, quando o Brasil precisou trocar de uniforme amarelo pelo azul do manto de Nossa Senhora de Aparecida, com a anuência de Didi e Paulo Machado de Carvalho. O texto conecta a superstição do futebol à atual polêmica sobre uma suposta tentativa de deputados bolsonaristas de cassar o título de Padroeira do Brasil. No final, o colunista faz críticas ao desmentido de Flávio Bolsonaro sobre seu relacionamento com o ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro.
O artigo explica a origem da segunda camisa azul da Seleção Brasileira, ligada à final da Copa do Mundo de 1958 contra a Suécia. Como ambos os times usavam amarelo, o Brasil comprou camisas azuis de última hora, e o chefe da delegação Paulo Machado de Carvalho associou a cor ao manto de Nossa Senhora Aparecida. A vitória por 5 a 2 e o primeiro título mundial transformaram a solução improvisada em tradição.