O volante Casemiro foi o jogador da seleção brasileira que mais percorreu distância em campo durante a vitória por 3 a 0 sobre o Haiti na Copa do Mundo, acumulando 11,2 km. Ele também liderou em recuperações de posse de bola, com 13. Essa performance contrasta com seu desempenho no jogo anterior contra Marrocos, onde correu menos da metade e recuperou menos bolas.
A reportagem detalha o desempenho físico de Neymar em uma partida do Santos, onde ele alcançou o top 3 em velocidade e distância percorrida na Vila Belmiro. Os números do GPS corroboram a avaliação do técnico Cuca sobre a "performance de tanque cheio" do jogador.
O ala congolês Jonathan Kuminga, do Atlanta Hawks, entrou para o top 8 de arremessos mais distantes da história da NBA. Ele acertou um tiro de 23 metros na vitória de sua equipe sobre o Dallas. A marca o coloca ao lado de lendas da liga.
A terceira fase da Copa do Brasil está definida, com confrontos que incluem longas distâncias e a entrada de quatro novos times. As partidas serão disputadas em jogo único, com decisão por pênaltis em caso de empate. A CBF ainda divulgará as datas e horários exatos.
O Remo se prepara para o Brasileirão 2026, onde se tornará o clube a percorrer a maior distância na história recente da competição. Com quase o dobro do segundo colocado, o desafio logístico para a equipe da Região Norte, que retorna à elite após 21 anos, será significativo. A equipe percorrerá cerca de 93 mil km, o equivalente a duas voltas na Terra em linha reta.
O artigo analisa a crescente distância entre Flamengo e Vasco, destacando que a disparidade se origina principalmente fora dos campos. Enquanto o Flamengo demonstra solidez financeira e prioriza o pagamento de dívidas, o Vasco enfrenta uma recuperação judicial e ainda assim não consegue resultados esportivos superiores ao rival.
O comentarista Mauro Cezar Pereira avalia que o Flamengo, apesar da derrota nos pênaltis para o PSG em um torneio mundial, diminuiu a distância para equipes europeias em 2025 e aumentou sua superioridade no cenário nacional. Ele destaca a solidez defensiva do time carioca, mas aponta a capacidade ofensiva como o principal diferencial para os clubes europeus.
A rivalidade entre Remo e Paysandu é comparada a dramas familiares, marcada por inveja e ódio. A ascensão do Remo à Série A, com potencial de receita de R$ 100 milhões, amplia a distância para o Paysandu, que encerrou a Série B em último lugar. A gestão e o planejamento dos clubes evidenciam essa disparidade.