O Ministério Público de São Paulo está na reta final da investigação sobre a administração do Corinthians, com indícios apontando para um pedido de intervenção judicial no clube. O inquérito civil, agora conduzido por três promotores, já reúne mais de dez depoimentos e 3 mil páginas, baseado em três eixos: financeiro, político-estrutural e atos lesivos. A decisão pode ocorrer antes das eleições para presidência e Conselho Deliberativo, marcadas para 28 de novembro.
A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou ação civil pública cobrando reparação mínima de R$ 1 bilhão de 17 plataformas de bets para ressarcir o SUS pelos custos do tratamento de vícios e compulsões gerados por jogos online. Em paralelo, o Governo Federal enviou ao Congresso projetos de lei que criminalizam as apostas de quota fixa, com pena de reclusão de 4 a 6 anos. O endurecimento contra as bets ameaça uma das principais fontes de patrocínio dos clubes brasileiros, levando entidades do setor a acionar o STF.