O artigo analisa a apresentação de Bad Bunny no show de intervalo do Super Bowl como um ato de protesto contra as políticas anti-imigrantes do então presidente Trump. O autor destaca como a performance em espanhol homenageou a cultura latino-americana e criticou o chauvinismo e a política segregacionista de Trump, enquanto o esporte se mostra inseparável da política.
O artigo narra como Michael Jackson revolucionou o show do intervalo do Super Bowl em 1993, transformando-o em um evento global de entretenimento. Anteriormente, as atrações eram limitadas a bandas universitárias e circos, mas a performance do Rei do Pop atraiu uma audiência massiva, elevando o prestígio e a audiência do evento. Essa mudança marcou o início da era de grandes estrelas musicais no palco do Super Bowl, com o objetivo de reter a audiência que antes se dispersava.
O artigo relembra o primeiro show do intervalo da história do Super Bowl, realizado em 1967. Na época, a apresentação contou com bandas marciais e o trompetista Al Hirt, diferentemente das produções grandiosas e com artistas pop de hoje. A matéria também destaca a evolução e a crescente relevância dessas performances para a audiência do evento.