O Cruzeiro atingiu a marca de 10 técnicos desde o início da era SAF em 2022, evidenciando uma alta rotatividade no comando. A média de troca é de aproximadamente cinco meses, com poucos treinadores conseguindo superar a barreira de seis meses no clube.
O Sousa demonstra hegemonia recente no Campeonato Paraibano, alcançando sua quarta final consecutiva. No entanto, uma curiosidade marca essa fase: cada final foi disputada com um técnico diferente, evidenciando a alta competitividade do clube apesar da rotatividade no comando técnico.
O diretor executivo do Atlético-MG, Paulo Bracks, criticou a alta rotatividade de técnicos no futebol brasileiro, descrevendo o cenário como um "moedor de gente". Ele também mencionou que o clube busca estabilidade, apesar de ter trocado de comando cinco vezes nos últimos dois anos. Bracks também fez críticas à forma como o Flamengo demitiu seu treinador.
O goleiro Neto foi novamente ausência em partidas do Botafogo, gerando questionamentos sobre a rotatividade no gol. O técnico Martín Anselmi evitou detalhar a situação, afirmando que não há titulares absolutos no time. Fontes próximas ao atleta indicam uma possível predileção do treinador, enquanto o clube não tem negociações em curso para sua saída.
O colunista Mauro Cezar Pereira discute a recusa do técnico Rafael Guanaes em assumir o Botafogo, preferindo permanecer no Mirassol. A análise justifica a decisão de Guanaes pela alta rotatividade de treinadores na equipe carioca desde a aquisição da SAF por John Textor.