Carlos Alberto Parreira e Rivellino, campeões mundiais em 1970, relataram uma bronca de Pelé no vestiário durante a Copa. Pelé, com autoridade, cobrou o time por não ter vencido ainda, apesar das classificações. Cafu também compartilhou sua admiração por Pelé.
O ex-jogador Rivellino declarou que Neymar é o último jogador 'diferenciado' do futebol brasileiro. No entanto, ele afirmou que não escalaria Neymar como titular na Copa do Mundo, preferindo utilizá-lo como uma arma para mudar o rumo dos jogos no segundo tempo.
O artigo relata um dia de preparação da seleção brasileira de futebol para a Copa do Mundo de 2026, com um amistoso contra o Panamá no Maracanã. O foco está nos testes de elenco de Carlo Ancelotti, a ausência de Neymar devido a lesão e reflexões sobre o passado e o futuro da seleção.
Ex-jogador do Remo e atual responsável pelo gramado do Mangueirão, Raimundo Mesquita relembrou a única vitória do clube paraense sobre o Fluminense de Rivellino em 1975. A partida histórica, vencida por 2 a 1 pelo Remo, é vista como inspiração para o confronto atual no Brasileirão.
O artigo narra a trajetória de Rafael Guanaes como jogador de futebol, desde suas experiências na escolinha de Rivellino e no futsal do Palmeiras até sua passagem pelo futebol universitário nos Estados Unidos. A matéria explora como essas vivências moldaram sua visão e o prepararam para se tornar um técnico de sucesso, sendo eleito o melhor treinador do Brasileirão 2025.
O artigo celebra o 80º aniversário de Roberto Rivellino, destacando sua trajetória de sucesso no Corinthians, Fluminense e na Seleção Brasileira. Juca Kfouri enaltece a arte e a importância do jogador, apelidado de 'Reizinho do Parque', e lamenta uma injustiça cometida pela torcida corintiana.
O artigo celebra os 80 anos do ex-jogador de futebol Roberto Rivellino, destacando sua carreira no Corinthians, a conquista da Copa de 1970 com a Seleção Brasileira e sua passagem pelo Fluminense. A matéria também menciona sua influência no esporte e sua atuação posterior como comentarista.
Yuri Alberto atingiu um marco histórico no Corinthians ao se tornar o terceiro maior artilheiro do clube no Campeonato Brasileiro, igualando a marca de Sócrates. O atacante marcou dois gols na vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, elevando seu total para 41 gols na competição e superando Rivelino.
O colunista Walter Casagrande Jr. relembra um jogo marcante entre Corinthians e Ceará no Pacaembu, em 1972, onde um gol de Sicupira nos acréscimos garantiu a vitória e a classificação para a semifinal do Campeonato Brasileiro. A matéria destaca a emoção da torcida corintiana e a atuação do goleiro cearense Hélio Show. Casagrande também contrasta a importância daquele jogo com a situação atual do Corinthians.
A crônica aborda o dia do Corinthians, com o jogo contra o Ceará pelo Brasileirão, a expectativa por marcas de jogadores e um panorama financeiro que separa as receitas do futebol. O texto também relembra confrontos históricos e destaca o espírito da torcida.