O artigo discute a persistência da exclusão feminina no combinado nórdico dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, apesar do discurso de igualdade do movimento olímpico. A autora ressalta que, enquanto a presença feminina geral nos jogos avança, a modalidade continua exclusivamente masculina, destoando dos ideais de equidade e inclusão.