A Ferrari busca quebrar o domínio da Mercedes na temporada 2026 de Fórmula 1 com inovações aerodinâmicas, como a asa "Macarena", no GP da China. O circuito chinês, menos exigente em gerenciamento de energia, pode favorecer a escuderia italiana. Outras equipes como Red Bull e McLaren também buscam diminuir a vantagem da Mercedes, enquanto o pelotão intermediário promete disputas acirradas.
A Fórmula 1 está considerando alterar as regras de gestão de energia dos carros após o GP da China, devido a reclamações de pilotos e equipes sobre a dependência excessiva da bateria e a dificuldade na recuperação de energia. Nikolas Tombazis, da FIA, indicou que a entidade possui "cartas na manga" para aprimorar o cenário, com possíveis mudanças já para o GP do Japão. As novas regras de 2026 aumentaram a importância da parte elétrica dos carros, gerando efeitos colaterais como o "superclipping" e comparações com o jogo Mario Kart.
A pré-temporada da Fórmula 1 em 2026 apresentou um panorama misto, com evoluções positivas como carros menores e mais leves, a entrada de novas montadoras e potencial para estratégias mais amplas. No entanto, preocupações surgiram em relação ao excessivo gerenciamento de energia, possíveis dificuldades em ultrapassagens e a crescente distância entre as equipes de ponta e o restante do grid.