Alex, ex-jogador de destaque, busca seu primeiro aproveitamento superior a 50% como técnico no futebol profissional à frente do Athletic. Após um início promissor nas categorias de base do São Paulo, seus trabalhos subsequentes em Avaí, Antalyaspor e Operário-PR não atingiram essa marca. A matéria detalha os números de Alex em suas passagens anteriores.
O Mogi Mirim está de volta ao futebol profissional após três anos de inatividade. O clube foi confirmado na Segunda Divisão do Campeonato Paulista de 2026, que equivale à quinta divisão estadual. A equipe busca retomar o protagonismo, lembrando o período de destaque na década passada e o legado de Rivaldo.
O Internacional comemorou o desempenho positivo de suas categorias de base em janeiro, com destaque para a participação de jovens atletas no time profissional durante o Campeonato Gaúcho. A Copinha e torneios inferiores também registraram campanhas competitivas e conquistas importantes.
O goleiro Danilo Fernandes, após anunciar sua aposentadoria em dezembro de 2025, está de volta ao Bahia em uma nova função. Ele assumirá como coordenador de transição entre a base e o futebol profissional, auxiliando no desenvolvimento de jovens atletas. A notícia destaca sua motivação e dedicação ao clube em uma nova etapa de sua carreira.
O Pacaembu, recém-reformado e renomeado Mercado Livre Arena Pacaembu, busca evitar o status de 'elefante branco' após um 2025 com faturamento abaixo da meta e poucas partidas de futebol profissional. O complexo sediou 146 eventos, sendo a maioria não esportiva, e planeja para 2026 estratégias para aumentar a relevância no calendário esportivo, incluindo a possível troca do gramado sintético.
O Votoraty, clube que revelou Fernando Diniz como técnico, anunciou seu retorno ao futebol profissional em 2026, disputando a quinta divisão estadual. A equipe, afastada desde 2010, retomou as atividades nas categorias de base em 2024 e mira a reconstrução de sua identidade e o resgate do orgulho do torcedor.
A matéria destaca a inspiradora trajetória do zagueiro haitiano Ricardo Adé, que, após passar por situação de morador de rua, ascendeu ao futebol profissional aos 26 anos e será um dos marcadores do Brasil na Copa do Mundo de 2026. A reportagem também relembra a única participação do Haiti em Copas, em 1974.