Segunda parte da coluna de Juca Kfouri sobre a crise do São Paulo FC, criticando que o debate interno do clube permanece restrito a questões político-associativas e eleitorais. O autor analisa as chapas de situação e oposição, aponta que nenhuma menciona a SAF como solução e defende uma mudança real de modelo e estrutura do futebol profissional.
Reportagem especial analisa por que jogadores do futebol profissional têm migrado ou conciliado a carreira com a várzea, fenômeno explicado principalmente por fatores financeiros. Times amadores oferecem cachês e salários que rivalizam com os pagos por clubes de menor expressão, além de proporcionar a atmosfera de campos lotados. O texto usa exemplos como Caiuby no São Caetano e a contratação de Gabriel Mendes pelo Estrela do Suisso.
O Santos recebeu sete exoesqueletos inteligentes da empresa chinesa Hypershell, por meio de uma parceria, para uso no futebol profissional no CT Rei Pelé. Os equipamentos serão avaliados pelos departamentos de fisioterapia, saúde e performance em aplicações como retorno de lesões, trabalhos de força e resistência, recuperação pós-jogo e gerenciamento de carga. Antes do início dos testes, os profissionais do clube passaram por treinamento técnico conduzido pela Hypershell Brasil.
O Estádio Erton Coelho Queiroz, conhecido como Vila Olímpica do Boqueirão, em Curitiba, está prestes a reabrir suas portas para o futebol profissional após 13 anos. O local, que sediou momentos históricos do Paraná Clube e um pênalti perdido por Romário contra o Flamengo em 1998, recebeu melhorias estruturais e obteve os laudos necessários para sediar partidas oficiais. A reabertura é um marco na recuperação do patrimônio do Paraná Clube e um esforço conjunto com o São Joseense.
A crônica esportiva destaca a inspiradora trajetória de Igor Thiago, atacante que iniciou sua carreira no Cruzeiro após crescer trabalhando em feiras no Distrito Federal. Sua ascensão culminou em passagens pelo futebol europeu e convocação para a Seleção Brasileira, com menções à admiração de Carlo Ancelotti.
Alex, ex-jogador de destaque, busca seu primeiro aproveitamento superior a 50% como técnico no futebol profissional à frente do Athletic. Após um início promissor nas categorias de base do São Paulo, seus trabalhos subsequentes em Avaí, Antalyaspor e Operário-PR não atingiram essa marca. A matéria detalha os números de Alex em suas passagens anteriores.
O Mogi Mirim está de volta ao futebol profissional após três anos de inatividade. O clube foi confirmado na Segunda Divisão do Campeonato Paulista de 2026, que equivale à quinta divisão estadual. A equipe busca retomar o protagonismo, lembrando o período de destaque na década passada e o legado de Rivaldo.
O Internacional comemorou o desempenho positivo de suas categorias de base em janeiro, com destaque para a participação de jovens atletas no time profissional durante o Campeonato Gaúcho. A Copinha e torneios inferiores também registraram campanhas competitivas e conquistas importantes.
O goleiro Danilo Fernandes, após anunciar sua aposentadoria em dezembro de 2025, está de volta ao Bahia em uma nova função. Ele assumirá como coordenador de transição entre a base e o futebol profissional, auxiliando no desenvolvimento de jovens atletas. A notícia destaca sua motivação e dedicação ao clube em uma nova etapa de sua carreira.
O Pacaembu, recém-reformado e renomeado Mercado Livre Arena Pacaembu, busca evitar o status de 'elefante branco' após um 2025 com faturamento abaixo da meta e poucas partidas de futebol profissional. O complexo sediou 146 eventos, sendo a maioria não esportiva, e planeja para 2026 estratégias para aumentar a relevância no calendário esportivo, incluindo a possível troca do gramado sintético.
O Votoraty, clube que revelou Fernando Diniz como técnico, anunciou seu retorno ao futebol profissional em 2026, disputando a quinta divisão estadual. A equipe, afastada desde 2010, retomou as atividades nas categorias de base em 2024 e mira a reconstrução de sua identidade e o resgate do orgulho do torcedor.
A matéria destaca a inspiradora trajetória do zagueiro haitiano Ricardo Adé, que, após passar por situação de morador de rua, ascendeu ao futebol profissional aos 26 anos e será um dos marcadores do Brasil na Copa do Mundo de 2026. A reportagem também relembra a única participação do Haiti em Copas, em 1974.