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Análise dos Times

Copa Da Floresta

Principal

Motivo: O artigo destaca os altos prêmios e a presença de árbitros Fifa na competição amadora, contrastando positivamente com o futebol profissional.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O time profissional é apresentado como exemplo de falta de premiação em dinheiro, recebendo apenas troféu e medalhas, em contraste com a Copa da Floresta.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: A FAF é apresentada como organizadora de ambos os torneios, sendo criticada pela disparidade de premiação, mas elogiada pelo investimento na Copa da Floresta.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Árbitro Anderson Daronco comenta experiência de apitar torneio amador no interior do AM No dia 1º de abril deste ano, o Amazonas venceu o Nacional por 2 a 1 na final do Campeonato Amazonense 2025, na Arena da Amazônia. Apesar da emoção em campo com o título estadual, um ponto chamou atenção: não houve premiação em dinheiro. Sete meses depois, em São Sebastião do Uatumã, no interior do Amazonas, um torneio amador teve árbitro Fifa na decisão e R$ 95 mil em prêmios. As duas competições são organizadas pela Federação Amazonense de Futebol. A Copa da Floresta, tradicional torneio amador , se encerrou no último fim de semana e reacendeu o debate. O campeão do Amazonense, também conhecido como Barezão, recebe apenas o troféu e 50 medalhas destinadas a atletas, comissão técnica e dirigentes. O vice-campeão também recebe 50 medalhas, sem nenhum valor em dinheiro. Em 2024, Anderson Daronco foi recebido com carreata na final da Copa da Floresta Fonte Boa supera São Sebastião do Uatumã nos pênaltis e conquista a Copa da Floresta 2025 + Ramon Bisson deixa o Manaus e é anunciado como novo executivo do América-RN O único benefício é esportivo. Mesmo sem premiação financeira, os finalistas garantem classificação direta para as competições nacionais do ano seguinte, incluindo a Copa do Brasil, a Copa Verde e a Série D do Campeonato Brasileiro. Em contraste, a Copa da Floresta, competição amadora organizada pela Federação Amazonense de Futebol (FAF), tem valorizado os clubes e jogadores com prêmios em dinheiro desde 2023. Nesta temporada, a final realizada no último sábado (25), em São Sebastião do Uatumã, teve Fonte Boa como campeã nos pênaltis (5 a 4) sobre a seleção da casa. 1 de 3 Rozenha, a presidente da FAF, entregando o cheque de 65 mil para a seleção de Fonte Boa. — Foto: Redes Sociais / Prefeitura de São Sebastião do Uatumã Rozenha, a presidente da FAF, entregando o cheque de 65 mil para a seleção de Fonte Boa. — Foto: Redes Sociais / Prefeitura de São Sebastião do Uatumã + Fabiano foca em tirar o Amazonas do Z-4: "São cinco decisões que a gente precisa dos resultados" O campeão recebeu R$ 65 mil e o vice, R$ 30 mil. A cada edição, a FAF cobre hospedagem e alimentação de 25 membros de cada delegação visitante, transporte de até 15 oficiais por partida, taxas de arbitragem e remuneração de árbitros, incluindo profissionais Fifa, como Edina Alves e Anderson Daronco, que apitou as finais de 2024 e 2025. Além disso, em cada final, a Federação custeia embarcações para transportar funcionários, árbitros, convidados nacionais e profissionais da imprensa local para acompanhar o torneio. + Fonte Boa supera São Sebastião do Uatumã nos pênaltis e conquista a Copa da Floresta 2 de 3 Anderson Daronco na final da Copa da Floresta 2025 — Foto: Laiza Balieiro/FAF Anderson Daronco na final da Copa da Floresta 2025 — Foto: Laiza Balieiro/FAF Desde sua recriação, a Copa da Floresta tem mostrado que mesmo no futebol amador é possível investir em estrutura, premiação e valorização dos atletas, uma diferença significativa em relação ao futebol profissional do estado. A Federação Amazonense de Futebol foi procurada para comentar a diferença de tratamento entre os dois torneios, mas não respondeu ao contato da reportagem. Essa disparidade também se vê em outros estados brasileiros. Enquanto o Amazonense e o Campeonato Mineiro não oferecem premiação financeira, outros estaduais trabalham com valores definidos antes do início da competição: Paulista: R$ 5 milhões (campeão), R$ 1,65 milhão (vice), R$ 1,08 milhão (3º), R$ 850 mil (4º) Brasiliense (Candango): R$ 1,2 milhão (campeão), R$ 400 mil (vice), R$ 250 mil (3º), R$ 150 mil (4º) Gaúcho: cotas fixas por participação Carioca: cotas fixas por participação Goiano: R$ 400 mil (campeão), R$ 200 mil (campeão do interior) Cearense: R$ 350 mil (campeão), R$ 150 mil (vice) Baiano: R$ 315 mil (campeão), R$ 235 mil (vice), R$ 155 mil (3º), R$ 75 mil (4º) Paraense: R$ 212 mil (campeão) Piauiense: R$ 150 mil + 1 automóvel (campeão), R$ 50 mil + automóvel (vice), automóvel (3º), R$ 20 mil (4º) Sergipano: R$ 200 mil (campeão), R$ 100 mil (vice), R$ 80 mil (3º e 4º), R$ 60 mil (5º a 8º) Alagoano: R$ 100 mil (campeão) Potiguar: R$ 100 mil (campeão), R$ 50 mil (vice) Roraimense: R$ 50 mil (campeão), R$ 25 mil (vice) Sul-Mato-Grossense: R$ 50 mil (campeão), R$ 30 mil (vice) 3 de 3 Amazonas conquistou o estadual e recebeu apenas troféu e medalhas. — Foto: Laiza Balieiro Amazonas conquistou o estadual e recebeu apenas troféu e medalhas. — Foto: Laiza Balieiro