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Análise dos Times

Haiti

Principal

Motivo: A matéria foca na história inspiradora de um jogador do Haiti, destacando sua superação e a importância do país como rival do Brasil na Copa.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O Brasil é apresentado como adversário na Copa, mas o foco principal está no rival, sem criar um viés positivo ou negativo acentuado para a seleção brasileira.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Brasil LDU Vinícius Júnior Estêvão Copa do Mundo de 2026 Haiti Ricardo Adé Copa do Mundo de 1974

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Rival do Brasil na Copa foi morador de rua e virou profissional aos 26 anos Rafael Reis Colunista do UOL 07/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Zagueiro Ricardo Adé, da LDU, é um dos jogadores mais conhecidos do Haiti Imagem: Getty Images Segundo adversário da seleção brasileira na Copa do Mundo, o Haiti colocará um ex-morador de rua que só assinou seu primeiro contrato profissional de jogador de futebol aos 26 anos para marcar Vinícius Júnior, Estêvão e outros astros consagrados no escalão mais alto da Europa. O zagueiro Ricardo Adé, da LDU, viverá entre junho e julho do próximo um sonho que ele parecia até impedido de sonhar quando "quebrou a cara" na tentativa de ganhar a vida jogando bola. Quando tinha 23 anos e se destacava no futebol amador do Haiti, o hoje defensor da seleção recebeu um convite para jogar na Tailândia e saiu coletando dinheiro com familiares e amigos para bancar a viagem. Reinaldo Azevedo Datafolha pressiona Flávio ainda mais Marco Antonio Sabino Sucesso de Tarcísio sempre incomodou Bolsonaro Juca Kfouri Até molecada do Flamengo mereceu estar na festa Alexandre Borges Flávio é a escolha 'sangue e solo' do bolsonarismo Porém, ao desembarcar em Bangkok, Adé descobriu que não havia ninguém para recepcioná-lo e que o clube que o contrataria sequer existia. Ele havia caído em um golpe: não tinha para onde ir e nem dinheiro para voltar para casa. Durante os três meses seguintes, o haitiano morou nas ruas da capital tailandesa e sobreviveu graças à ajuda de moradores locais. Foi só então que ele conseguiu uma passagem para retornar ao Haiti. Lá, reiniciou a carreira. E, de repente, tudo começou a dar certo. Depois de um tempo atuando em ligas amadoras do seu país-natal e dos Estados Unidos, descolou um convite para se profissionalizar no Santiago Morning, da segunda divisão chilena. Depois, transferiu-se para o Magallanes, também do Chile, e debutou na elite de um campeonato nacional mais relevante. Em 2021, transferiu-se para o Equador. E, dois anos mais tarde, acertou com o LDU, um time que até campeão da Copa Libertadores da América já foi. Na atual temporada, o já veterano de 35 anos viveu seus melhores momentos. Primeiro, alcançou as semifinais da competição interclubes sul-americana. Depois, ajudou o Haiti a vencer seu grupo nas eliminatórias da Concacaf e se classificar para o Mundial-2026. Estreante? Que nada Apesar de atualmente ocupar somente a 84ª colocação no ranking da Fifa e de ter uma história pouco gloriosa no futebol, o Haiti não será um estreante na competição do próximo ano. Continua após a publicidade Relacionadas Por que Marrocos pode acreditar em Copa ainda melhor que 'sonho' de 2022? Sem gols há 31 jogos, Rodrygo já encara maior jejum da história do Real Champions e semi local: rivais do Fla ainda não focam na Intercontinental Em 1974, na primeira Copa da Alemanha, foi ele quem representou a Concacaf. Na ocasião, os haitianos desbancaram Trinidad e Tobago, México, Honduras, Guatemala e Antilhas Holandesas para ficar com a única vaga destinada à confederação. A campanha no Mundial, no entanto, foi bem ruim. A seleção caribenha só perdeu: 3 a 1 para a Itália, 7 a 0 contra a Polônia e 4 a 0 da Argentina. Resultado: despediu-se da competição com a segunda pior campanha dentre todos os participantes. Caminho para o hexa O Brasil terá Marrocos, Haiti e Escócia como adversários na primeira fase. Os primeiros compromissos da seleção na Copa-2026 estão marcados para os dias 13, 19 e 24 de junho, respectivamente. Caso fique na primeira ou segunda colocação do Grupo C, a equipe de Vinícius Júnior, Casemiro e Estêvão iniciará os mata-matas contra integrantes do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Tunísia e uma equipe oriunda da repescagem europeia (Polônia, Ucrânia, Albânia ou Suécia). Agora, se for um dos oito melhores terceiros colocados de chaves, o Brasil terá como adversário na rodada inaugural dos confrontos eliminatórios os campeões dos grupos A, E ou I. Nesse cenário, pode ter pela frente Alemanha ou França, por exemplo. Continua após a publicidade Se todos os favoritos avançarem como líderes dos seus grupos e forem vencem os playoffs sequenciais, a seleção pentacampeã mundial tende a encarar Argentina ou Portugal em uma semifinal. Espanha, França e Alemanha só cruzaram o caminho canarinho na decisão. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Pivetti explica ausência de Viña e destaca 'jogo prazeroso' contra Mirassol Cinco apostas acertam Lotofácil e ganham R$ 342 mil; veja números sorteados Última chance: o que cada time precisa para evitar queda e ficar na Série A Michelle foi quem mais visitou Bolsonaro na PF desde a prisão Timemania: Prêmio acumula e vai a R$ 61 milhões; veja números e time