O zagueiro haitiano Ricardo Adé, que atua na LDU, compartilhou sua esperança de que a abertura do Haiti possa inspirar crianças a sonharem com o futebol. Ele relembrou sua trajetória difícil e elogiou a resiliência do jogador, que representa o Haiti em uma Copa do Mundo contra o Brasil. O artigo também destaca a importância do futebol como algo positivo em meio à instabilidade social do país.
A matéria destaca a inspiradora trajetória do zagueiro haitiano Ricardo Adé, que, após passar por situação de morador de rua, ascendeu ao futebol profissional aos 26 anos e será um dos marcadores do Brasil na Copa do Mundo de 2026. A reportagem também relembra a única participação do Haiti em Copas, em 1974.