O artigo reflete sobre a Copa do Mundo de 2026, destacando-a como uma criação espetacular da humanidade, mesmo em meio a contextos políticos complexos e preços de ingressos elevados. A autora enfatiza como o futebol transcende fronteiras, promovendo a mistura cultural e o acolhimento, em contraposição a discursos de exclusão e supremacia.
A Federação Norueguesa de Futebol doou toda a renda de um jogo das eliminatórias da Copa de 2026 para a organização Médicos Sem Fronteiras, focando em ações em Gaza. A decisão, motivada pela crise humanitária, foi reforçada por doações adicionais de uma empresa.