Toto Wolff, chefe da Mercedes na Fórmula 1, rejeitou acusações de que a equipe favorece Kimi Antonelli em detrimento de George Russell, classificando as suspeitas como absurdas. Russell enfrenta punição no GP de Singapura por ultrapassar o limite de motores, ampliando a desvantagem de 84 pontos para Antonelli na disputa do título. Wolff defendeu a postura de equilíbrio e transparência da equipe com seus pilotos.
O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, comentou sobre as críticas de que a seleção é frequentemente favorecida em competições. Ele afirmou que "há pessoas que não querem que a Argentina ganhe" e que isso serve como motivação para seus jogadores. Scaloni também minimizou as alegações de favorecimento, destacando a dificuldade de manipulação com o VAR.