O artigo discute as novas recomendações de entidades inglesas para limitar cabeceios no futebol, com base em evidências científicas sobre o impacto cumulativo de traumas cranianos. Especialistas defendem a gestão de risco e a redução da exposição, especialmente em categorias de base, como uma evolução natural do esporte para proteger a saúde dos atletas.
O Coritiba aprimorou seu departamento de analytics para as contratações de 2026, utilizando ciência e tecnologia na análise de dados para formar um plantel mais assertivo. O clube traçou um perfil de reforços com experiência na defesa e vitalidade no ataque, baseado em estudos da Série A e B do Campeonato Brasileiro.
O artigo discute a saúde como o ativo mais valioso na carreira de um atleta, analisando como fatores físicos, mentais e psicológicos impactam o valor de mercado. São apresentados exemplos de jogadores que se beneficiaram de uma abordagem integral de saúde e performance, e outros que sofreram quedas significativas devido a lesões.