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Análise dos Times

Motivo: O artigo critica o presidente do Flamengo, Bap, por uma atitude machista contra uma jornalista, associando-o a um comportamento covarde e prejudicial ao futebol feminino.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Donald Trump Bap Renata Mendonça CNN Kaitlan Collins

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Trump, Bap e a patifaria machista como recurso para escapar da crítica Milly Lacombe Colunista do UOL 04/02/2026 13h15 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia 3.jan.2026 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Imagem: Reprodução/X/@WhiteHouse Em entrevista coletiva na Casa Branca, Donald Trump tentou humilhar a repórter da CNN que insistia em perguntar a ele sobre os arquivos do caso Epstein. O caso Epstein, para quem não sabe, revela um esquema de pedofilia para servir sexualmente homens poderosos do mundo todo, e o nome de Trump aparece 1.300 vezes nos documentos recém-revelados. Kaitlan Collins é uma repórter experiente e bastante técnica que, ao contrário dos colegas presentes na coletiva dada pelo presidente estadunidense na manhã desse dia 4 de fevereiro, não se contentou com as respostas evasivas de Trump e decidiu pressioná-lo sobre Epstein. Obviamente, o presidente que está envolvido até o topo da cabeça com um pedófilo não gostou e partiu para o ataque depois da terceira pergunta de Collins. Juca Kfouri A Nação não aprendeu com a Fiel e vaiou o Flamengo Casagrande Torcida perde a paciência com o futebol chato do Fla Josias de Souza Pesquisa sinaliza desejo de mudança do eleitorado Sakamoto É ano eleitoral e o fim da escala 6x1 vem aí "Você é a pior repórter", disse furioso emendando com: por isso que sua emissora não tem audiência. Mas a parte mais vergonhosa não foi essa pirraça e ainda estava por vir. Trump cobrou Collins por uma suposta falta de sorrisos. "Você é jovem. Nunca te vi sorrir", disse. Essa é uma cobrança que faz parte do livro "Como ser um machista babaca em dez lições". De uma mulher a sociedade espera sorrisos porque isso indica que somos amáveis e dóceis. "Sorria", dizem homens aleatórios para todas nós nas ruas. Um homem nunca foi cobrado por sorrir pouco ou não sorrir. "Sorria, Marcão!". Eis aí uma frase que nunca foi dita. Bap, presidente do Flamengo, fez uso da mesma cartilha quando há algumas semanas cometeu bullying contra Renata Mendonça porque ela revelou as condições em que o futebol feminino do milionário Flamengo treina. É uma saída machista e covarde e que é usada como recurso por homens que se sentem pressionados por críticas feitas por mulheres. Trump tentou a mesma patifaria contra Collins e está sendo ridicularizado por veículos de imprensa nos Estados Unidos de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Faltou ao nosso futebol fazer a mesma coisa com Bap. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Palmeiras cala protestos, faz 5 no Vitória e respira antes do Dérbi Savannah Guthrie grava vídeo para pedir prova de vida da mãe El Cid: Chefe do PCC suspeito de planejar sequestro de Moro é preso no CE Grêmio vira sobre Botafogo e vence jogo de 8 gols com show de centroavante Ana Paula diz que não fará desafio do Barrado no Baile: 'Estou quebrada'