Ontem o Sao Paulo viveu um dia de drama entre rivalidade e planejamento estratégico: o empréstimo de Alisson ao Corinthians ganhou contornos de acerto para o Tricolor, com pagamento inicial de R$ 1 milhão, mais R$ 500 mil no segundo semestre, e uma opção de compra de 2,5 milhões de euros; se o volante completar 25 jogos com 45 minutos em campo, entram ainda mais 250 mil euros na conta do Timão. O acordo prevê que o Corinthians pagará o salário integral de Alisson, e há ainda a obrigação de pagar R$ 2 milhões para relacioná-lo em clássicos contra o São Paulo. A diretoria do São Paulo viu o negócio como positivo para a relação com o rival, sobretudo por não ceder o jogador gratuitamente (com os termos citados) [fonte 1].
Pedido direto de Dorival Júnior, o técnico que conhece o jogador desde a passagem pelo clube, foi citado como parte do contexto das negociações: Alisson teria sinalizado o desejo de deixar o São Paulo, acelerando o entendimento entre as partes. Internamente, a relação do atleta com a comissão técnica também aparecia desgastada nos últimos dias, conforme apontado pela cobertura que acompanha o dia a dia do Tricolor (fonte 1) [fonte 1].
Em um outro capítulo do dia, o novo presidente do clube, Harry Massis, colocou o São Paulo como vítima nas investigações da Polícia Civil, que apura desvios de dinheiro entre 2021 e 2025; o COAF aponta 35 saques totalizando R$ 11 milhões e há indícios envolvendo cerca de R$ 1,5 milhão em espécie depositados na conta do ex-presidente Julio Casares, que renunciou recentemente. Massis também anunciou cooperação total com as autoridades e a intenção de contratar uma auditoria externa para avaliar contratos da gestão anterior (fonte 2) [fonte 2].
O dia, porém, não ficou apenas nos bastidores fiscais: Mara Casares e Douglas Schwartzmann, citados na investigação, deixaram cargos ou ficaram licenciados, e o clube aguarda orientações da Comissão de Ética sobre possíveis punições internas. Entre números, jogadores e contratos, o São Paulo tenta manter o foco no campo, enquanto a torcida espera por transparência e equilíbrio entre ambição esportiva e responsabilidade institucional (fonte 2) [fonte 2].
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