Foi no Nilton Santos que o Botafogo ficou em 0 a 1 diante do Fluminense, na 5ª rodada do Campeonato Carioca 2026, um placar que abriu o dia carregado de bastidores e perguntas sobre o futuro da SAF e do clube social [fonte 1].
Entre o apito final e as conversas de bastidores, o assunto dominante foi o aporte financeiro prometido para os cofres do clube, ainda sob o transfer ban que complica a montagem do elenco. A expectativa de uma entrada de capital envolvendo investidores e a aprovação do associado pairou sobre a conversa dos envolvidos [fonte 1].
Segundo o ge, John Textor, dono da SAF, e João Paulo Magalhães Lins, presidente do clube social, trataram com o BTG Pactual sobre a primeira parcela de um financiamento que envolve a Eagle Bidco, além de referências a investidores como GDA Luma Capital e Hutton Capital, num movimento que busca reestruturar a sustentação financeira do Botafogo [fonte 1].
Textor, em tom firme, reiterou o papel do investidor e repetiu a ideia de que a decisão final é dele, mesmo quando envolve um consenso entre a SAF e o clube social: “sou o dono, sou o acionista majoritário, e vamos tomar as melhores decisões profissionais para o Botafogo” [fonte 1].
A convivência entre os papéis de Textor e Thairo Arruda, CEO do Botafogo, ganhou contornos de guerra fria nos bastidores, com discordâncias que levaram a um afastamento temporário, mas que parecem ter ficado para trás conforme as conversas avançam. Procurado pela reportagem, Thairo não se manifestou até o fechamento desta edição [fonte 1].
O calendário também ajudou a tensionar o dia: o Botafogo volta a campo na próxima quarta, às 21h30 (de Brasília), para enfrentar o Grêmio em Porto Alegre, duelo pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, mantendo a esperança de atravessar a fase de incerteza com a expectativa de solvê-la rapidamente [fonte 1].
Em resumo, o dia de ontem no Botafogo ficou marcado pela convergência de passado recente, futuro financeiro e presente esportivo, com o clube social, a SAF e investidores tentando alinhavar um caminho que permita não apenas manter o elenco, mas também competir com transparência e planejamento. O desfecho fica por vir, mas a leitura é clara: o cenário exige decisões rápidas, unânimes e bem comunicadas, para que o Botafogo possa voltar a respirar com tranquilidade e ambição [fonte 1].
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