O Santos quitou dívidas de aproximadamente R$ 946 mil e eliminou três transfer bans impostos pela Fifa, relacionados às negociações de João Basso, Benjamín Rollheiser e Álvaro Barreal. O clube ainda mantém quatro punições ativas ligadas a dívidas com o técnico Pedro Caixinha e seus auxiliares, que somam mais de R$ 15 milhões. Além disso, o Santos corre risco de nova punição após o CAS confirmar condenação por dívida de R$ 2,2 milhões com o Al-Markhiya, do Catar, pela contratação de Yusupha Njie.
O Santos acumulou sete transfer bans ativos na Fifa, sendo quatro relacionados a dívidas com o técnico Pedro Caixinha e sua comissão, e três ligados ao mecanismo de solidariedade com clubes formadores. O clube ainda pode receber um oitavo banimento por uma dívida com o Al-Markhiya, do Catar, referente ao empréstimo do atacante Yusupha Njie. As punições impedem o registro de novos jogadores até a regularização dos débitos.
O Santos quitou dívidas de aproximadamente R$ 950 mil relacionadas ao mecanismo de solidariedade da Fifa, derrubando três transfer bans aplicados ao clube. As pendências envolviam negociações dos jogadores Álvaro Barreal, Benjamín Rollheiser e João Basso. O clube ainda enfrenta quatro punições restantes por dívidas com o ex-técnico Pedro Caixinha e sua comissão técnica, que somam mais de R$ 15 milhões.
O Santos recebeu três novos transfer bans da Fifa, totalizando sete bloqueios que impedem o registro de novos jogadores. As sanções estão ligadas a dívidas de cerca de R$ 950 mil com o mecanismo de solidariedade e a pendências financeiras com o ex-técnico Pedro Caixinha e sua comissão. O clube ainda corre risco de nova punição por dívida com o atacante Yusupha Njie.
O Santos quitou dívidas que motivaram três dos sete transfer bans impostos pela FIFA, relacionados a negociações de João Basso, Benjamín Rollheiser e Álvaro Barreal, somando quase R$ 950 mil. Com a regularização, o clube ainda mantém quatro punições ativas ligadas a pendências financeiras com o ex-técnico Pedro Caixinha e sua comissão. Há ainda risco de nova punição por dívida com o atacante Yusupha Njie, do Al-Markhiya, do Catar.