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Análise dos Times

Santos

Principal

Motivo: Relato factual das dívidas quitadas e punições restantes, sem julgamento de valor positivo ou negativo sobre o clube

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado apenas como credor que acionou a FIFA pela dívida, com relato neutro dos fatos

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Santos Pedro Caixinha João Basso Álvaro Barreal Benjamín Rollheiser Al-Markhiya Yusupha Njie FIFA Corte Arbitral do Esporte

Conteúdo Original

O Santos quitou as dívidas que motivaram três dos sete transfer bans registrados pela Fifa contra o clube nesta terça-feira (13). As pendências, relacionadas ao mecanismo de solidariedade da entidade, que destina parte dos valores de transferências internacionais aos clubes formadores dos atletas, somam quase R$ 950 mil. Com a regularização, o clube tem, ainda, quatro punições ativas. ➡️ Tudo sobre o Peixe agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Santos As dívidas envolviam negociações relacionadas ao zagueiro João Basso, ao meia Benjamín Rollheiser e ao atacante Álvaro Barreal. Um dos débitos era de US$ 55 mil (cerca de R$ 275 mil), enquanto os outros dois totalizavam 120 mil euros (R$ 671 mil). Quatro sanções relacionadas a pendências financeiras com o ex-técnico Pedro Caixinha e integrantes de sua antiga comissão técnica, no entanto, estão ativas. O português deixou o clube em abril de 2025, mas não recebeu integralmente os valores previstos nas rescisões contratuais. Os profissionais recorreram à Fifa e conseguiram decisões favoráveis. O Santos tentou negociar o parcelamento das dívidas, mas não chegou a um acordo. Os casos também passaram pela Corte Arbitral do Esporte (CAS), que manteve as condenações. Os valores cobrados pela antiga comissão técnica superam R$ 15 milhões. O Santos corre o risco de sofrer outra punição em razão de uma dívida com o atacante Yusupha Njie , que pertence ao Al-Markhiya, do Catar. O jogador foi emprestado ao Peixe em 2024, mas deixou o clube sem disputar partidas oficiais. Para encerrar antecipadamente o vínculo, foi firmado um acordo de 350 mil euros, dividido em sete parcelas. Como os pagamentos não foram realizados, o clube catari acionou a Fifa. A entidade reduziu o valor principal da dívida para 332,5 mil euros, mas, com os acréscimos previstos, a condenação chegou a aproximadamente 399 mil euros (cerca de R$ 2,2 milhões). O Santos recorreu à CAS, mas não conseguiu reverter a decisão.