A defesa do neurocirurgião Leopoldo Luque, principal réu no julgamento pela morte de Diego Maradona, afirmou que ele é tratado como 'bode expiatório' no processo. Os advogados refutaram a tese da acusação de que a morte do ex-jogador era evitável, alegando que o evento cardiorrespiratório foi repentino e imprevisível. O Ministério Público pede pena de 12 anos de prisão para Luque, acusado de homicídio com dolo eventual.
O advogado do filho mais novo de Diego Maradona pediu penas de até 16 anos de prisão para os médicos e profissionais de saúde acusados pela morte do ex-jogador, valores superiores aos solicitados pela promotoria. O julgamento acontece em San Isidro, ao norte de Buenos Aires, e envolve sete profissionais de saúde acusados de homicídio com dolo eventual. Maradona morreu em novembro de 2020, aos 60 anos, por parada cardiorrespiratória e edema pulmonar durante internação domiciliar.
A promotoria argentina pediu penas de 4 a 12 anos de prisão para seis profissionais de saúde acusados de negligência na morte de Diego Maradona, ocorrida em novembro de 2020. O principal acusado é o neurocirurgião Leopoldo Luque, enquanto o médico Pedro Di Spagna foi absolvido. O tribunal de San Isidro deve divulgar o veredito nas próximas semanas.