A defesa do neurocirurgião Leopoldo Luque, principal réu no julgamento pela morte de Diego Maradona, afirmou que ele é tratado como 'bode expiatório' no processo. Os advogados refutaram a tese da acusação de que a morte do ex-jogador era evitável, alegando que o evento cardiorrespiratório foi repentino e imprevisível. O Ministério Público pede pena de 12 anos de prisão para Luque, acusado de homicídio com dolo eventual.