A promotoria argentina pediu penas de 4 a 12 anos de prisão para seis profissionais de saúde acusados de negligência na morte de Diego Maradona, ocorrida em novembro de 2020. O principal acusado é o neurocirurgião Leopoldo Luque, enquanto o médico Pedro Di Spagna foi absolvido. O tribunal de San Isidro deve divulgar o veredito nas próximas semanas.
A Promotoria do julgamento pela morte de Diego Maradona acusou a equipe médica do ex-jogador de negligência, descrevendo uma 'organização caótica' que o deixou 'à própria sorte'. Sete profissionais de saúde respondem por homicídio com dolo eventual e podem pegar até 25 anos de prisão. O julgamento, iniciado em abril, entrou em sua reta final com os argumentos finais da acusação.
O julgamento sobre a morte de Diego Maradona foi reaberto em Buenos Aires devido a uma polêmica envolvendo uma juíza que gravava um documentário clandestino sobre o caso. A acusação sustenta que Maradona foi abandonado e condenado à morte pela equipe médica, enquanto a defesa alega que o craque não aceitava orientações e tomava suas próprias decisões.
Um novo julgamento sobre a morte de Diego Maradona começa na Argentina, com sete membros de sua equipe médica acusados de homicídio por negligência. O processo anterior foi anulado após a renúncia de uma juíza. Promotores argumentam negligência e falha em protocolos, enquanto a defesa alega que a morte era inevitável devido a problemas de saúde preexistentes.
A equipe médica do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 realizou uma simulação de acidente em Interlagos como preparação para o evento, que ocorrerá entre os dias 7 e 9 de novembro. A simulação envolveu a extração de um piloto machucado e seu transporte para o hospital, visando ajustar os procedimentos de segurança.