O Estudiantes de La Plata eliminou o Flamengo nos pênaltis e se classificou para a final da Copa Libertadores, onde enfrentará o Palmeiras. Além do feito esportivo, a matéria detalha a posição do clube como principal defensor do modelo de Sociedades Anônimas Desportivas (SADs) na Argentina, em confronto com a AFA. O texto também aborda o acordo com o investidor Foster Gillett e a modernização financeira e estrutural do Estádio UNO.
O colunista PVC aponta uma contradição no regulamento da Conmebol, que exige estádios com 30 mil lugares e 4 mil lugares para torcedores visitantes nas semifinais, o que impede o Estádio Uno de atingir capacidade total no jogo entre Estudiantes e Flamengo. O autor questiona a lógica das exigências e sugere que elas deveriam ser revistas, citando o caso do Vasco, que não pôde jogar em São Januário na semifinal da Sul-Americana.
A coluna analisa a volta do Flamengo a La Plata para enfrentar o Estudiantes pela semifinal da Copa Libertadores, no estádio UNO (Jorge Luis Hirschi). O texto remonta episódios de tensão e violência no mesmo palco, como as semifinais de 1968 contra o Racing e o jogo de 1983 contra o Grêmio, marcado por agressões e prisão de jogadores. O autor avalia que o ambiente hostil da torcida argentina pode pesar novamente na disputa eliminatória.
O Estudiantes confirmou que enfrentará o Flamengo no Estádio UNO, no dia 15 de outubro, pela semifinal da Copa Libertadores, ajustando o setor de visitantes para cumprir as exigências da Conmebol. O jogo de volta está marcado para o dia 22, no Maracanã. A final será em 28 de novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu, e o futebol brasileiro terá ao menos um representante na decisão.