O Cruzeiro conquistou seu primeiro título da Libertadores feminina ao vencer o Corinthians nos pênaltis, após empate em 4 a 4 na decisão disputada no Equador. A atacante Byanca Brasil e a goleira Camila celebraram a superação do grupo ao longo da temporada, marcada por lesões, incertezas e perdas de lideranças. A reportagem destaca os depoimentos emocionados das jogadoras sobre a conquista inédita das Cabulosas.
A cronista narra a conquista inédita do Cruzeiro na Libertadores Feminina de 2026, em Quito, após virada histórica sobre o Corinthians. O time mineiro esteve perdendo por 3 a 0, empatou em 4 a 4 e venceu nos pênaltis, com atuação decisiva da goleira Camila. O texto destaca a superação de lesões, a crença do grupo e a simpatia conquistada entre os torcedores equatorianos.
O colunista Juca Kfouri assina crônica pessoal sobre o trabalho como forma de terapia, homenageando sua mãe Luiza, educadora que não abdicava de trabalhar mesmo idosa e frágil. Ele relembra a filha Camila, médica que atendeu pacientes on-line até a véspera de sua morte, e conclui que seguir ao trabalho é a melhor forma de honrar a lição familiar.
O Cruzeiro venceu o Olimpia-PAR por 1 a 0 e conquistou, de forma inédita, a vaga na final da Copa Libertadores feminina. O gol da classificação foi marcado por Marília, no início do segundo tempo, após cobrança de falta de Byanca Brasil no travessão. Na decisão, as Cabulosas enfrentarão o Corinthians, maior campeão da competição, neste sábado (31).