O Corinthians priorizou o pagamento de dívidas com implicações diretas para o presidente Osmar Stabile, como empréstimos junto ao Banco Daycoval, nos quais ele figura como devedor solidário, e parcelas de um acordo previdenciário com a PGFN. Enquanto isso, o clube acumula atrasos com jogadores, comissão técnica, credores do RCE e outros débitos federais. O Corinthians nega que as escolhas tenham sido feitas para proteger o presidente e alega critérios técnicos e financeiros.