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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Clubes e bets buscam acordo com governo no STF para apostas e patrocínios Rodrigo Mattos Colunista do UOL 28/10/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Lula assinou MP contra as bets na última sexta (25) Imagem: Nelson Almeida/AFP Os clubes de futebol e as casas de apostas esperam um acordo com o governo para a volta das apostas esportivas e patrocínios. O objetivo é tentar costurar um caminho dentro da ação que corre no STF (Supremo Tribunal Federal) ou posteriormente. O ministro Luiz Fux é o responsável pela ação das bets que questionam a legalidade da MP que proíbe as apostas. Após a eleição, Fux marcou uma audiência pública para 3 de novembro entre todos os participantes da ação: bets, clubes e o próprio governo. A advocacia Geral da União pediu que o STF mantenha a nova lei. Sakamoto Trump tende a descartar Flávio ao vê-lo derrotado Alexandre Borges Quem não deve não teme? Lula abrigou Battisti Nelson de Sá Chineses são diferentes da esquerda brasileira Igor Gielow Fuga de Flávio vira guerra de contrainformação A intenção dos clubes é construir até lá um acordo com o governo. Para isso, há intermediários conversando com representantes do Executivo que eram contra a proibição das bets. Um modelo possível é de preservar os contratos de patrocínios dos clubes e a volta das apostas esportivas, mas sem o cassino. As agremiações defendem que, com isso, seria mantida a segurança jurídica dos atuais acordos com bets até a seu final. O impacto é em torno de 15 a 25% da receita do futebol. Envolvidos na negociação entendem que, assim, o governo federal também voltaria a arrecadar com as apostas e poderia cumprir promessas eleitorais. Há uma aposta que o setor do Executivo mais pragmático vai prevalecer após a eleição. É importante lembra, no entanto, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi bastante enfático ao anunciar o fim das bets. E atribuiu a medida a uma preservação da saúde pública da população, por conta de problemas de vício e endividamento. As conversas entre as partes ainda estão no início após a realização da eleição. Portanto, pode ser que se prolonguem além do dia 3 de novembro. Continua após a publicidade A MP também tem que ser votada em até 120 dias no Congresso, onde o governo não tem maioria. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Em carta golpista, Flávio troca 'eleito' por 'líder do Brasil'; leia texto Thayse Teixeira é demitida do SBT após fala sobre eleição no Fofocalizando Primeira carta de Flávio tem brasão de 1889 com 'Estados Unidos do Brazil' Flávio faz acusação infundada de fraude e mente sobre falta de liberdade Flávio usou passaporte cancelado nos EUA e italiano na Argentina