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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: A matéria foca na política interna do Palmeiras e na crítica de um conselheiro à gestão, sem analisar desempenho em campo.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Palmeiras Conselho Deliberativo Leila Pereira Seraphim Del Grande Mustafá Contursi Alcyr Ramos Paulo Nobre Mauricio Galiotte

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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Cardeal do Palmeiras, Seraphim critica: 'Terceiro mandato de Leila é golpe' Alicia Klein Colunista do UOL 04/12/2025 12h00 Deixe seu comentário Galiotte, Leila Pereira e Seraphim Del Grande em posse de Leila no Palmeiras Imagem: Reprodução Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Seraphim Del Grande tem mais tempo de Palmeiras do que muitos palmeirenses têm de vida. Aos 85 anos, o "cardeal" é membro do conselho deliberativo (CD), órgão que presidiu por cinco mandatos seguidos, abrindo mão de um sexto depois de desgastes internos, inclusive com a presidente Leila Pereira. Em um ambiente marcado pelo silêncio, Seraphim decidiu se manifestar sobre um possível terceiro mandato da atual mandatária. O assunto foi ressuscitado por ela mesma, em entrevista dada ainda em Lima. O movimento exigiria uma mudança estatutária, explicado em detalhes na matéria da colega Livia Camillo . Abaixo, a entrevista exclusiva do conselheiro para a coluna. Amanda Klein Fazenda vê PIB fraco como senha para corte de juros Wálter Maierovitch Com canetada, Gilmar tira poder do cidadão Carla Jimenez No jogo político, Alcolumbre cai, e Michelle sobe André Santana Santa Bárbara, Iansã e a luta contra o feminicídio Como o senhor vê a atual movimentação política de Leila Pereira? Classificação e jogos brasileirao Estou muito preocupado. Uma mudança estatutária como esta é um caminho maléfico para o clube, o caminho para entrar em crise. Mexer no estatuto sem causa é golpe. O Estatuto é sagrado. Se você não respeita o estatuto, não respeita o clube. Quando nos tornamos conselheiros, fazemos um juramento simples: cumprir e fazer cumprir o estatuto do Palmeiras. Os conselheiros de tradição precisam se manifestar contra o que está acontecendo. O senhor já passou por desgastes com Leila Pereira, correto? Quando o Mustafá [Contursi] fez a mudança para viabilizar a candidatura da Leila, eu já me retirei. Me pediram para ficar como primeiro vice-presidente e não aceitei. Também desisti de concorrer ao sexto mandato como presidente do CD pelo desgaste vivido no mandato com ela na liderança. [Para se candidatar à conselheira, passo necessário na viabilização de sua futura candidatura à presidência, foi necessário que Mustafá sustentasse que a empresária era sócia desde 1996, e não desde 2015, como alegavam outros conselheiros.] E a mudança estatutária que alterou a duração do mandato de 2 para 3 anos? Ela aconteceu sob a sua presidência. Continua após a publicidade A reforma de 3 anos passou por uma comissão de reforma estatutária e votação em duas etapas. Eu realmente acho humanamente impossível o presidente fazer um bom trabalho em 2 anos. Mas aí é um mandato, no máximo dois. O senhor não acha que faz sentido uma boa gestora permanecer por mais tempo? Se ela se acha excelente gestora, pode esperar e se candidatar novamente depois. Outros já fizeram isso. Paulo Nobre e Mauricio Galiotte também eram ótimos gestores e respeitaram os dois mandatos. Senão como vai ser? Vai ficar para sempre? Acredita que a presidente tenha outros motivos para encampar essa ideia, como um possível movimento para transformar o Palmeiras em SAF? Não sei por que a presidente levantou essa bola de novo, e no momento mais inapropriado possível. Mas não é em benefício do Palmeiras. Sobre SAF, sou totalmente contrário no caso do Palmeiras. O time já é gerido nesse modelo, com profissionais contratados. Clube bem administrado não precisa virar SAF. O senhor acredita que o atual presidente do conselho, Alcyr Ramos, pautará essa votação? Ele tem o poder de avançar ou não com a ideia. Continua após a publicidade O Alcyr não deveria permitir, a responsabilidade é dele. Vamos ver até onde terá coragem de enfrentar a presidente. O fato é que o clube deu muito poder a ela. Escolhe os vitalícios, suspende conselheiro mesmo fora do seu alcance estatutário, pune a oposição. Historicamente, os presidentes sempre compuseram na escolha dos vices. Leila não consultou ninguém. O poder dela lá dentro é ilimitado. Maior até do que já foi o do Mustafá. Se for pautado, o senhor acredita que a presidente sairá vencedora? Não sei até onde vai o poder financeiro dela nesse momento, mas os conselheiros deveriam pensar bem e honrar o cargo que receberam. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. 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