Ontem foi dia de sentir o peso das decisões internas no Corinthians: rumores sobre a Copinha 2026 pairaram, mas a diretoria assegurou tranquilidade e o apoio da Federação Paulista de Futebol para a presença do Timão no torneio no ano que vem [fonte 1].
Na base, a auditoria interna da Nike evidenciou um excesso de gastos de 15,7 milhões de reais entre 2024 e 2025, mas, paradoxalmente, faltaram uniformes para diversas modalidades e categorias de base; além disso, parte dos itens licenciados não foi lançada no sistema, abrindo margem para riscos tributários [fonte 2].
Já o planejamento para 2026 segue sob nuvens: indefinições sobre o fim da temporada, o transfer ban que impede contratações, dívidas com Santos Laguna e Matías Rojas, e a articulação de Osmar Stabile para um empréstimo de até 100 milhões de reais se necessário; Dorival Júnior já sinalizou que quer reforços, mas as ações dependem do desfecho do CAS [fonte 3].
No fronto interno, Erasmo Damiani é apresentado como novo executivo de futebol da base, enquanto o Timão segue discutindo cenários de reforços para 2026; a diretoria, liderada por Osmar Stabile, mantém o foco em reorganizar processos e contas, buscando equilíbrio entre tradição da Copinha e necessidade de resultados [fonte 1].
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