Rodrigo Mattos e José Trajano, do programa Cartão Vermelho do UOL, debatem se os vice-campeonatos de clubes brasileiros em mundiais masculino e feminino indicam um equilíbrio no futebol global. Eles argumentam que os cenários são distintos e a amostra é insuficiente para tal conclusão, destacando a diferença histórica entre o futebol masculino e o desenvolvimento mais recente do feminino no Brasil.
O tricampeão mundial de surfe, John John Florence, anunciou que não competirá no Circuito Mundial da WSL em 2026. O atleta, que já tirou um ano sabático em 2025 para se dedicar à família, decidiu estender esse afastamento para priorizar viagens e filmagens, negando que seja uma aposentadoria.
Mauro Cezar Pereira analisa a defasagem dos técnicos brasileiros em comparação com os estrangeiros, criticando a falta de atualização e qualificação. Ele destaca que a resistência a novas experiências e a falta de busca por cursos internacionais, como os da UEFA, limitam as oportunidades para treinadores brasileiros no mercado global. A matéria sugere que a solução para a lacuna está na qualificação e na abertura para novas experiências, e não na reserva de mercado.
Análise de dados do Campeonato Brasileiro desde 2016 revela que técnicos estrangeiros apresentam um aproveitamento superior aos brasileiros na Série A. A diferença é de 4,87 pontos percentuais, com os estrangeiros conquistando 49,3% dos pontos contra 44,43% dos nacionais. Essa tendência se acentuou a partir de 2019, impulsionada pelo sucesso de nomes como Jorge Jesus e Jorge Sampaoli.