O jornalista Galvão Bueno lança uma série de entrevistas onde campeões mundiais e personalidades do futebol exaltam Mário Jorge Lobo Zagallo como o maior técnico da história da seleção brasileira. A série aborda a trajetória revolucionária e vencedora de Zagallo, desde sua época como jogador até seus feitos como treinador e coordenador técnico.
O artigo compara a atual situação de Neymar, que passou por exames de imagem para confirmar uma lesão muscular, com o corte de Romário da Seleção Brasileira em 1998. Ambas as situações envolvem lesões e incertezas sobre a condição física dos jogadores antes de competições importantes, levantando preocupações sobre possíveis desfalques.
O artigo imagina uma "seleção de Alagoas de todos os tempos" com jogadores como Zagallo, Firmino e Dida, e questiona se esse time faria bonito na Copa do Mundo de 2026. A matéria detalha a escalação titular e reserva, com menções às carreiras e conquistas de cada atleta, destacando a rica história futebolística do estado.
Este artigo comemora os dois anos da morte de Mário Jorge Lobo Zagallo, destacando sua importância como a segunda figura mais relevante na história do futebol brasileiro, atrás apenas de Pelé. O texto repassa suas contribuições como jogador e técnico, relembrando conquistas marcantes como as Copas do Mundo de 1958, 1962, 1970 e 1994.
A seleção inglesa de futebol enfrenta um dilema semelhante ao Brasil de 1970, com o excesso de meias armadores talentosos. Enquanto o Brasil da época encontrou uma solução para acomodar todos os craques, o técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, parece preferir manter sua estrutura tática, mesmo que isso signifique deixar estrelas no banco.