O nome Mohamed, considerado o mais comum entre os jogadores da Copa do Mundo de 2026, ganha destaque em um contexto de crescente violência e preconceito antiárabe nos Estados Unidos, país sede do evento. A matéria explora a contradição entre a presença de diversas nações árabes e muçulmanas no torneio e o histórico de islamofobia e discriminação nos EUA, alertando para a necessidade de tratar atletas e torcedores como cidadãos globais, não como símbolos de suspeita.